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UMinho distinguiu o mérito e a excelência a mais de 200 estudantes

Foram atribuídas bolsas de excelência a 167 alunos e 40 bolsas de estudo por mérito.

A Cerimónia de Entrega dos Prémios de Mérito e Excelência da Universidade do Minho (UMinho) decorreu dia 19 de junho, no salão medieval do Largo do Paço, em Braga. Os 207 premiados foram distinguidos pelo seu percurso académico exemplar, os quais surgiram de quase todas as unidades orgânicas da Academia.

As bolsas de excelência é uma iniciativa anual, iniciou em 2012 e representa um investimento acumulado superior a um milhão de euros, traduzindo o modo particular com que a UMinho reconhece o trabalho e o percurso académico dos seus estudantes. A UMinho tem vindo a distinguir anualmente com esta bolsa os estudantes de todas as licenciaturas e mestrados integrados que obtiveram a melhor nota de candidatura e de cada ano do respetivo curso, desde que igual ou superior a 17 valores. As 167 bolsas entregues este ano foram relativas aos anos letivos 2022/2023 e 2023/2024, as quais têm um valor pecuniário igual ao da propina. Foram ainda entregues 40 bolsas de estudo por mérito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, para estudantes da UMinho com aproveitamento excecional em cada ano curricular, com média ponderada igual ou superior a 16 valores. Esta bolsa tem um valor anual igual a cinco vezes o valor da retribuição mínima mensal garantida em vigor no início do ano letivo em que é entregue.

A sessão contou com intervenções do reitor, Rui Vieira de Castro, da vice-reitora para a Educação e Mobilidade Académica, Filomena Soares e da presidente da Associação Académica (AAUMinho), Margarida Isaías.

“Hoje é dia de prémios, de festa e de excelência”, começou por dizer a vice-reitora para a Educação e Mobilidade Académica, que afirmando o seu “orgulho” nestes estudantes, assinalou também a “curiosidade” que existe à sua volta, de saber quem são para além de excelentes estudantes, o que gostam, o querem, o que sonham…, por isso, lançou um desafio de interação direta com os premiados presentes, que através do telemóvel foram respondendo a perguntas, no final, as suas respostas, refletiram algumas das características gerais do grupo.

Afirmando que “somos todos uns privilegiados porque tivemos, temos e continuaremos a ter a oportunidade de vos acompanhar neste futuro promissor”, desejou felicidades a todos, com votos para “continuarem a construir o vosso futuro cheio de sucessos e excelência”.

A presidente da Associação Académica realçou que “hoje temos os melhores dos melhores”, assinalando que a UMinho “é a melhor academia do país por muitos motivos, e um deles são vocês”. Para a representante máxima dos estudantes, estes alunos servem hoje “de inspiração para todos nós”, sendo a prova de que “o esforço e determinação compensam”, disse. Margarida Isaías realçou ainda que com esta “valorização e distinção, há dois pesos que se elevam”, o do “reconhecimento”, mas mais importante ainda, o da “responsabilidade” que este reconhecimento traz.

Chamando a atenção para o problema da “fuga de talentos”, a líder estudantil apontou que é preciso “trabalhar para criar condições que incentivem os nossos melhores a permanecer e a contribuir para o desenvolvimento da nossa Universidade, da nossa cidade, do nosso país, da Europa e do Mundo”. Terminou, agradecendo “por fazerem desta, ainda mais, a melhor academia do país”.

Exprimindo a sua alegria por ver reunidos no espaço, aqueles que são os estudantes com melhor desempenho académico, o reitor da UMinho afirmou que este “é um momento alto da nossa vida coletiva”, assinalando dois factos sobre os mais de 200 estudantes distinguidos. O primeiro, “a verificação de que estes estudantes premiados se distribuem pela grande generalidade dos cursos da UMinho”, o segundo, o facto de “ser muito expressivo o número de estudantes bolseiros” entre estes. “O que significa que a UMinho está a cumprir aqui um papel que se espera que desempenhe, entendido como elevador social”, patenteou.

Deixando uma palavra de agradecimentos aos familiares, uma vez que esta distinção é também o reconhecimento do esforço de anos, “muitas vezes um esforço extremamente significativo”, Rui Vieira de Castro fundamentou porque é que a Universidade instituiu estes prémios: “fundamentalmente, para premiar o mérito dos seus melhores estudantes, para premiar o esforço desses mesmos estudantes, a qualidade do trabalho que foram capazes de desenvolver, mas, também, e, ao mesmo tempo, reconhecer o trabalho das unidades orgânicas que foram capazes de criar condições para que o potencial desses estudantes se concretizasse nos seus elevados níveis de desempenho académico”. 

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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