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Diário de uma Gatuna

A GATUNA parte de Braga as 18 horas de sexta-feira prontas a derreter os corações aveirenses com as suas serenatas. Depois de uma longa viagem de autocarro entre guitarras e gargalhadas chegamos com a boa disposição que nos caracteriza. Tínhamos à nossa espera um grandioso manjar para nos matar a “traça” acompanhado com o cheirinho característico de Aveiro, lol.

 

Fomos recebidas pelos nossos queridos guias prontos para nos orientar. Já de barriga cheia houve silêncio porque se cantou o fado, uma noite arrepiante e emocionante, no qual as protagonistas nos mostraram o que de melhor têm. Parabéns à nossa Roberta (tens 500 metros no mínimo).

 

Fomos depois abater calorias para o bar “Pégaso” onde tivemos o 1º contacto com as outras tunas, sempre com as músicas e a incondicional alegria académica. Depois dos jogos, quedas e brincadeiras das caloiras, fomos em direcção da luz…da “Estação da luz”, a discoteca onde acabamos a noite e esquecemos o cansaço da viagem.

 

Estava tudo muito bom mas no dia seguinte tínhamos um festival e convinha estarmos verdes e frescas por isso fomos para “A Brasileira”, a nossa fantástica pensão.


Na manhã seguinte a nossa verdura estava ao rubro, a fome também, e nada melhor que começar o dia com os deliciosos ovos-moles tão típicos de Aveiro. Depois de almoçarmos esperava-nos um super, mega, hiper e longo peddypapper que se revelou um sucesso, percorremos grande parte da cidade, (a pé e cansadiiiiiiiiissimas) e divertimo-nos imenso.

 

Depois deste treino todo e de um jantar bem merecido chegava o nervosismo à medida que o auditório da reitoria se enchia de amor, as serenatas começaram com as actuações das tunas do ISCAP, a Tuna Feminina de Enfermagem do S. João, a TUNAFe, a Tuna “Maria”, as Tunas masculinas de Aveiro,a Universitária e a Cartola, e como não poderia deixar de ser, a GATUNA que como as outras brilhou e encantou o público, a última a actuar foi a anfitriã: AAUAV.


Até que (finalmente) depois de muito nervosismo e ansiedade os envelopes estavam em palco e as decisões tomadas. Os tambores rufaram no auditório e a GATUNA foi presenteada com três prémios, melhor porta estandarte (grande xiclet), melhor solista (graças à nossa presidente e à Roberta) e, como sem esforço nada se consegue, o prémio de Tunapapper veio para a GATUNA (ei).

 

Como não nos cabiam mais troféus no autocarro, os outros (bem merecidos) foram para a TUNAFe, melhor pandeireta e melhor Tuna, o ISCAP ficou com a Tuna+Tuna e melhor serenata, a TunaMaria  levou para casa os prémios de melhor fado e instrumental.


Umas mais carregadas que outras encerramos a noite docemente com morangos e açúcar no bar “Bubbles” da Carlota.


No domingo, depois de dormirmos até tarde, almoçamos e embarcamos numa viagem rumo a Braga bem caladinhas num sono profundo.


Serenatas? Pra nós? Venham elas!



GATUNA EI…

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