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UMinho inaugurou a “Calçada do Conhecimento”

A obra de arte doada pela dstgroup e pela zet gallery, resultado da criatividade dos artistas Fernando Maia, Filipe Mendes, Marta Lima e Rui Ferro, foi colocada no Bosque do Cinquentenário, no campus de Gualtar, em Braga.

A inauguração da obra que celebra os 50 anos da Universidade do Minho (UMinho) decorreu no passado dia 3 de julho e contou com a presença do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do Presidente da Comissão Comemorativa dos 50 anos da UMinho, João Cardoso Rosas, do Presidente do Conselho de Administração do dstgroup e fundador da zet gallery, José Teixeira, e dos criadores da obra.

A escultura, situada junto ao Pavilhão Desportivo da UMinho, é composta por 201 módulos hexagonais, cujo topo é marcado pelo símbolo da UMinho. Em 50 unidades dispersas foram colocadas placas de latão polido, para que a instituição possa ir gravando datas marcantes do seu futuro. Quem explicou o significado da obra, em representação do coletivo de artistas, foi Marta Lima, referindo que a ideia surgiu “da base estrutural do símbolo da UMinho que é um hexágono”, propondo a equipa de artistas “uma peça térrea”, sendo que a “dispersão dos módulos hexagonais no terreno parte da livre interpretação da presença e estruturação dos jacintos em campo de prata que figuram no brasão da UMinho”, disse.

Esta é já a terceira obra de arte doada pela dstgroup à UMinho e mais uma das 16 já cedidas à cidade. Para José Teixeira, o grupo empresarial tem “interesse em estar neste palco”, porque, como refere, “quem faz a cedência ou a doação, nestas circunstâncias, recebe mais do quem recebe”. Através desta obra, como afirma, “o nosso nome será eternamente associado ao campus”, realçando que este facto “não é coisa pouca, ficar associado à casa do conhecimento é muito!”, declara.

Para reitor da UMinho esta doação é “um excelente exemplo” de uma boa parceria entre a academia e uma empresa. Agradecendo à empresa e aos artistas, afirmou que conseguiram “interpretar muito bem a ideia da ligação entre a arte e o mundo do conhecimento”, apontando que “é essencial construirmos redes com parceiros da sociedade, especialmente no sector da economia”

A obra foi um dos dois projetos selecionados de um leque de 70 candidaturas que resultaram de uma open call realizada em fevereiro deste ano destinada a artistas plásticos e visuais nacionais e internacionais interessados. As candidaturas chegaram de todo o mundo, incluindo de Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Inglaterra, Dinamarca, Brasil, Chile, Turquia, Roménia, Irão, China e Japão. Para além da obra inaugurada, foi ainda selecionado o trabalho “Common Home”, da autoria do artista Volker Schnütggen, que em breve será colocado em Azurém.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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