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350 alunos vieram à UMinho ouvir e falar de Inteligência Artificial e Sustentabilidade

350 alunos vieram à UMinho ouvir e falar de Inteligência Artificial e Sustentabilidade

Os temas são um foco cada vez mais interessante para os jovens, e a 2.ª edição do Congresso Inteligência Artificial & Sustentabilidade (IAS) foi prova disso. Decorrido no passado dia 12 de abril, a iniciativa juntou na Universidade do Minho (UMinho) cerca de 350 alunos do 9.º ao 12.º ano, desafiando-os a pensar o futuro.

Visando promover a Ciência e a Investigação da UMinho nas escolas secundárias do distrito de Braga, o evento integrou comunicações, produções artísticas, workshops e palestras com especialistas. Os estudantes participantes apresentaram os seus projetos, realizados em estreita colaboração com professores e investigadores da UMinho, dedicados ao tema da Inteligência Artificial & Sustentabilidade aplicada a diferentes contextos e setores. Houve uma mostra de posters e produções artísticas dos alunos, e, este ano, pela primeira vez, o programa integrou workshops sobre a criação de NFTs.

“O congresso visa estimular a curiosidade, o espírito científico e o gosto pela investigação em alunos pré-universitários”, começou por dizer Sandra Paiva, pró-reitora para os Projetos Científicos e Gestão da Investigação, na sessão de abertura do evento. Acreditando que, tal como a 1.ª edição, esta também seria um “sucesso”, uma oportunidade “privilegiada de partilha de conhecimentos, experiências e práticas” entre estudantes, professores e investigadores do ensino secundário e ensino superior.

A atividade visou ainda uma aproximação entre os municípios apoiantes (Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães), as escolas e empresas do Norte de Portugal, “esta aproximação é valiosa e trará seguramente muitos benefícios para todos”, sublinhou Sandra Paiva.

O Projeto de Inteligência Artificial & Sustentabilidade (IAS), surgiu com o objetivo de “levar mais ciência às Escolas e promover uma relação mais aprofundada entre o trabalho que faz a UMinho no domínio da investigação e o trabalho e o ensino feito nas escolas”, referiu a pró-reitora para a Comunicação Institucional, Teresa Ruão. Uma ambição que foi bem acolhida no seio da Universidade e das Escolas, e resultou neste Congresso que já vai na sua segunda edição. A iniciativa é ainda uma oportunidade para “dar conta da oferta formativa da Universidade”, sublinhou, transmitindo a todos os presentes algumas informações sobre iniciativas direcionadas aos públicos das Escolas, como a UPA e o Verão no Campus, “espero ter-vos por cá”, disse.

Rui Baptista, professor e coordenador dos embaixadores do projeto, transmitiu a todos os presentes que a IA “está a tornar-se uma coisa poderosa em todas as esferas da nossa vida”, apelando aos jovens que “tomem consciência que o futuro também passa por vós”, uma vez que serão a próxima geração de líderes e inovadores. Salientando que nos países mais tecnológicos, “há uma previsão que 60% dos empregos serão afetados pela IA, por isso, em 10 presentes, 6 terão, forçosamente, que dominar a IA para estarem no mundo do tralhado”, disse.

O coordenador dos embaixadores apontou ainda que este grande poder que a humanidade acaba de receber nas mãos, “também traz responsabilidade”, portanto, “devemos todos garantir que a IA deve ser usada para bem da humanidade e pelo progresso do trabalho”, patenteou.

A sessão de entrega dos prémios e encerramento decorreu pelas 16h00.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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SASUM mostraram estar preparados para situações de emergência

SASUM mostraram estar preparados para situações de emergência

Os Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM) promoveram nos passados dias 5 e 12 de abril, simulacros em várias das suas instalações/edifícios, exercícios que englobaram simulações de incêndio e evacuação de pessoas, um teste aos planos de emergência internos que mostraram a operacionalidade dos Serviços em situações de emergência real.

Decorridos em Braga, no Complexo Alimentar, Sede dos Serviços, Complexo Desportivo, Residência Universitária Santa Tecla e Residência Universitária Professor Lloyd Braga, e em Guimarães, no Complexo Alimentar, Residência dos Combatentes, Residência de Azurém e Complexo Desportivo, nas operações esteve envolvida toda a estrutura de segurança de cada instalação, bem como as entidades competentes que colaboram neste exercício, nomeadamente GNR, PSP, Bombeiros, Proteção Civil e a empresa “Exactusensu” que promoveu o “mudus operandi” dos simulacros.

Estes simulacros decorreram da implementação das Medidas de Autoproteção (MAP) em todas as instalações/edifícios dos SASUM, as quais têm como objetivo incrementar a segurança de pessoas e dos edifícios face ao risco de incêndio e compreendem, no seu conjunto, medidas de prevenção, preparação e resposta, englobando todos os níveis dentro da organização.

A ação permitiu que os SASUM pudessem fazer a verificação de todos os sistemas ativos e passivos de deteção e combate a incêndios, bem como dos processos de evacuação das suas instalações. “As operações em Braga e Guimarães, no cômputo geral, foram bem coordenadas e executadas. Deparamo-nos com alguns desafios durante as operações que mereceram atenção, contudo, houve uma resposta rápida das equipas envolvidas, demonstrando um bom nível de preparação e coordenação entre os diferentes intervenientes”, afirmou Carlos Vieira, responsável pela Divisão de Fiscalização, Manutenção e Segurança dos SASUM. Acrescentando que, no entanto, “é sempre útil realizar uma revisão pós-simulação para identificar quaisquer lacunas ou áreas que possam precisar de mais atenção. A formação contínua e a prática regular ajudarão a reforçar a assimilação dos procedimentos”, apontou.

Segundo este, durante os dois dias, “não foram identificadas falhas significativas que comprometessem o sucesso dos exercícios em Braga e Guimarães”, alertando para o facto de “ser importante realizar uma análise detalhada de cada simulação para identificar quaisquer pontos fracos ou áreas de melhoria. Isso permitirá que as equipas ajustem os procedimentos e fortaleçam a resposta a situações de emergência no futuro”, disse.

Segundo as entidades competentes que colaboram nos exercícios, em reunião final apresentaram feedbacks positivos, indicando que “os simulacros correram bem”, excetuando um ou outro pormenor. “Há edifícios que em termos de equipamentos revelaram necessitar de intervenções e também há equipas que devem ser mais treinadas e mais rotinadas”, assinalou a responsável da “Exactusensu”, empresa consultora a que os SASUM recorreram para apoiar nos exercícios de simulacro, Diana Fernandes.

Para a responsável da Exactusensu, “as equipas estão de parabéns”, afirmando que “os SASUM mostraram estar preparados para situações de emergência, claro que nuns edifícios melhor que outros”. Apesar de tudo, realçou que as reuniões finais de cada um dos exercícios foram importantes, “estas serviram para as equipas tomarem consciência daquilo que podem melhorar, este deve ser um trabalho contínuo”, patenteou.

Os exercícios de simulacro nas instalações/edifícios dos SASUM serão para continuar a realizar regularmente, de forma a manter as equipas afinadas e preparadas para qualquer situação de emergência. “Recomendaria que os próximos exercícios sejam variados em natureza, abordando diferentes cenários e desafios para garantir uma preparação abrangente”, recomendou Carlos Vieira.

Os bombeiros e os serviços municipais de proteção civil mostraram-se disponíveis para, eventualmente no início de cada ano letivo, fazerem pequenas ações de sensibilização neste âmbito. “É importante sensibilizar a comunidade, principalmente quem usa os serviços/instalações dos SASUM. Deve tentar-se arranjar estratégias de sensibilização, de forma a que os utilizadores sejam parte mais ativa nestas situações. Se os alunos tomarem a iniciativa de reagirem logo que o alarme toca, facilitarão em muito o trabalho das equipas”, referiu a Diana Fernandes.

Texto: Ana Marques

Foto: Exactusensu

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Escola de Psicologia acredita na inversão da situação de carência de recursos humanos

Escola de Psicologia acredita na inversão da situação de carência de recursos humanos

A Escola de Psicologia da Universidade do Minho (EPsi) comemorou ontem, dia 10 de abril, o seu 15.º aniversário. A efeméride foi aproveitada pelo seu presidente, Miguel Gonçalves, para fazer um balanço do trajeto da Escola, para apontar desafios e pedir a resolução de problemas.

Um dos grandes problemas assinalados foi a falta de recursos humanos, referindo o presidente da EPsi “acreditar que será durante este último ano da nossa presidência que assistiremos a uma inversão da situação atual de insuficiência de recursos humanos”, sublinhando que o FCT Tenure será uma “ajuda”, bem como a “ligeira melhoria da situação orçamental da Universidade”.

No seu último discurso enquanto presidente da unidade orgânica, e em jeito de balanço, principalmente dos últimos cinco anos, Miguel Gonçalves afirmou que “hoje somos menos e fazemos mais, apesar de mais velhos”, sublinhando os esforços feitos para que os objetivos previstos no contrato-programa possam ser cumpridos, e indicando que “precisamos de gente nova na EPsi, que traga novas ideias, outras formas de olhar, de pensar e de fazer o ensino, a investigação e a interação com a sociedade”. Apontando ser preciso “catalisar” a sabedoria dos mais velhos com a ousadia dos mais novos”, afirmou.

Numa revisitação por vários acontecimentos/momentos relevantes da Escola de Psicologia ao longo destes anos, o responsável destacou a reformulação total da oferta educativa que aconteceu de “súbito”, e que passou de um mestrado integrado, dois mestrados e dois doutoramentos, para uma licenciatura, sete mestrados e um doutoramento com diversas especialidades, “dá uma média, por curso, de 2,9 docentes”, disse, acrescentando que isto refere-se “apenas à oferta educativa de grau”, não contando com os cursos não conferentes de grau incluídos na Aliança de Pós-Graduações.

Um segundo momento assinalado pelo presidente foi a assinatura do contrato-programa em 2021, contrato esse que afirma, “a EPsi tem cumprido”, esperando que este ano a reitoria possa cumprir a sua parte e a Escola tenha “finalmente o número de docentes que estava previsto”, disse.

Em representação do Reitor, o vice-reitor da UMinho, Eugénio Campos Ferreira, afiançou que o contrato-programa “continua a desempenhar um papel crucial nos nossos esforços”, afirmando que a reitoria continua empenhada em “garantir condições diferenciadas na gestão de carreiras, reconhecendo o mérito e o esforço dos nossos colaboradores”. Continuando, reiterou a disponibilidade da reitoria para colaborar com a EPsi, declarando estarem “otimistas” quanto ao futuro, e acreditando que “estamos cada vez mais próximos de atingir uma situação de melhoria do equilíbrio orçamental que permita à Escola cumprir as expectativas do contrato-programa”, expôs.

Como terceiro momento, Miguel Gonçalves destaca a atribuição às Escolas de uma maior autonomia e uma maior responsabilidade na gestão dos seus próprios orçamentos, o que, segundo este, é um desafio que tem sido dificultado pelo “subfinanciamento da UMinho e das unidades orgânicas”, patenteou.

Como quarto momento, apontou o desenvolvimento da Associação de Psicologia, que em 2019 iniciou uma nova estrutura organizativa. Um modelo que, para este, se traduziu numa “aposta de sucesso”, afirmando-se e consolidando-se como resposta aos desígnios com que foi criada em 2016.

Por fim, indicou como desafio atual da Escola, voltar a “centrar a nossa atenção na investigação”. Afirmando que se continua “ainda muito dependente da FCT”, pelo que precisam do apoio da Universidade nas candidaturas a projetos nacionais, aconselhando a UMinho a especializar-se neste domínio, “sob o risco de as subunidades de investigação poderem perder competitividade”, lembrou.  

Sobre os desafios centrais que a Escola deve ter em conta para pensar o seu futuro, Miguel Gonçalves elenca três, que a seu ver são os mais relevantes: a saúde mental; a interação da Psicologia com a Inteligência Artificial e com a tecnologia; e o contributo da Psicologia na compreensão e na resolução dos principais desafios da nossa sociedade.

Eugénio Campos Ferreira realçou a “notória trajetória” da Escola, afirmando que esta é um “farol” na área.

A cerimónia ficou marcada pela entrega de prémios e reconhecimentos, e pela mesa-redonda “Caminhos cruzados: passado, presente e futuro da relação entre Psicologia e IA”, a qual contou com os contributos de Pedro Chaves (Select Data), Pedro Moreira (Centro de Investigação em Psicologia da UMinho, CIPsi) e Pedro Arezes (presidente da Escola de Engenharia da UMinho).

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Escola de Psicologia da UMinho celebra 15 anos

Escola de Psicologia da UMinho celebra 15 anos

A Escola de Psicologia da Universidade do Minho (EPsi) comemora hoje, dia 10 de abril, o seu 15º aniversário, com uma cerimónia pelas 14h30 no seu auditório multimédia, no campus de Gualtar, em Braga.

sessão abre com a intervenção do presidente da Escola, Miguel Gonçalves, e a entrega de prémios e reconhecimentos. De seguida, a mesa redonda “Caminhos cruzados: passado, presente e futuro da relação entre Psicologia e IA” conta com os contributos de Pedro Chaves (Select Data), Pedro Moreira (Centro de Investigação em Psicologia da UMinho, CIPsi) e Pedro Arezes (presidente da Escola de Engenharia da UMinho).

O programa inclui ainda a intervenção da presidente da Associação de Estudantes de Psicologia da UMinho, Juliana Oliveira, e do vice-reitor para a Investigação e Inovação da UMinho, Eugénio Campos Ferreira.

Nascida em 2009 após a extinção do Instituto de Educação e Psicologia, a EPsi tem 700 alunos inscritos em 13 cursos, 29 docentes, 23 investigadores e oito trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão. É organizada em três subunidades orgânicas: o Departamento de Psicologia Básica, o Departamento de Psicologia Aplicada e o CIPsi, classificado como “Excelente” nas duas últimas avaliações da tutela.

Além disso, integra há oito anos a Associação de Psicologia da UMinho, que presta serviços à comunidade, articulando os seus projetos de ensino/investigação e em parceria com os municípios de Guimarães e Braga. Tem igualmente ligações estreitas com o laboratório colaborativo ProChild. O site oficial é www.psi.uminho.pt.

Texto: GCI

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Voix sur l’Atlantique – Concerto coral

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Concerto "Voix sur l'Atlantique"

O coro francês Chorale Orféo, Musiques du Monde realiza este mês uma digressão à cidade de Braga, que o recebe num concerto conjunto com o Coro Académico da Universidade do Minho. O encontro terá lugar no dia 19 de abril, pelas 21:00, na emblemática Sala Dourada da Biblioteca Pública de Braga.

Numa linguagem universal que não conhece idiomas ou fronteiras, o coro visitante, dirigido pelo Maestro Rodrigo Costa, e o coro anfitrião, sob a direção do Maestro César Freitas, apresentarão reportórios diversificados, compostos por obras oriundas de várias partes do mundo, com um especial foco nas línguas românicas.

Este será um evento no qual se louvará a música coral, num percurso poético e estilístico, e que unirá os dois coros num deslumbrante espírito de intercâmbio cultural.

O evento cultural é organizado pelo Coro Académico da Universidade do Minho e tem entrada gratuita.

Texto: CAUM

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UMinho de mãos dadas com a “Hora do Planeta” 

Earth Turn Hour Off
  • Earth Turn Hour Off

UMinho de mãos dadas com a “Hora do Planeta”

A Universidade do Minho associa-se este sábado, dia 23 de março, à iniciativa mundial “Hora do Planeta 2024”, desligando simbolicamente entre as 20h30 e as 21h30 diversos pontos de iluminação mais expressivos das suas instalações. A ação deste ano tem como base o lema “Pequenas ações com grande impacto”.

Na UMinho serão desligadas luzes em edifícios dos campi de Gualtar (Braga) e Azurém (Guimarães) e também nos edifícios da Reitoria no Largo do Paço, no Arquivo Distrital de Braga, Edifício dos Congregados e Museu Nogueira da Silva, todos eles em Braga.

A ação envolve o Pró-reitor para o Desenvolvimento Sustentável e o Planeamento dos Campi, Miguel Bandeira, e pretende, uma vez mais, sensibilizar para uma preocupação crescente de toda a academia em torno deste tema. A atividade é realizada em colaboração com as autarquias da região, as quais preveem também desligar e reduzir as luzes em vários monumentos e artérias.

A “Hora do Planeta” é uma iniciativa global que se iniciou em 2007 em Sydney, na Austrália. Envolve neste momento quase 200 países desafiando todas as pessoas a dedicarem 60 minutos do seu tempo a fazer algo positivo para o planeta, inspirando outras a agir e defendendo mudanças urgentes no atual contexto ambiental e climático.

Texto: GCI

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Dia Mundial da Água

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  • DiaMundialÁgua_img

Dia Mundial da Água

Os Serviços de Acção Social da Universidade do Minho querem, a propósito, celebrar contigo a existência deste recurso indispensável à vida. E como a melhor maneira de celebrar é cuidar e preservar este bem comum, vimos sensibilizar-te para a necessidade urgente de, em conjunto, adotarmos comportamentos responsáveis no uso da água, evitando desperdícios, nomeadamente através da redução de consumos nas residências universitárias.

Um consumo responsável e consciente da água não significa restringir o seu acesso, mas refletir sobre as formas do seu uso, o que se vai traduzir nas atitudes que assumes e opções que tomas.

Hoje, por isso, queremos deixar-te algumas sugestões de boas práticas para o teu dia-a-dia na residência:

  • Fecha a torneira enquanto escovas os dentes e fazes a barba;
  • Toma banhos curtos e fecha o chuveiro enquanto te ensaboas;
  • Primeiro organiza, lava e enxagua a louça toda de uma única vez;
  • Certifica-te de que as torneiras ficam bem fechadas;
  • Descarrega o autoclismo de forma responsável;
  • Se detetares alguma fuga ou avaria (torneiras, autoclismos, canos), avisa de imediato os serviços.

Não metas água.
Ajuda-nos a poupar e a diminuir o desperdício.

 

Today, March 22, is World Water Day.

The Social Services of the University of Minho would like to celebrate this indispensable resource with you. And since the best way to celebrate is to take care of and preserve this common good, we’re here to make you aware of the urgent need to adopt responsible behavior in the use of water, avoiding waste, namely by reducing consumption in university residences.

Responsible and conscious consumption of water doesn’t mean restricting access to it, but rather reflecting on the ways it is used, which will result in the attitudes you assume and the choices you make.

Today, we want to leave you with some suggestions for good practices in your daily life at the residence:

  • Turn off the tap while brushing your teeth and shaving;
  • Take short showers and turn off the shower while you lather up;
  • First organize, wash and rinse all the dishes in one go;
  • Make sure the taps are turned off properly;
  • Flush the toilet responsibly;
  • If you notice any leaks or faults (taps, cisterns, pipes), notify the services immediately.

Don’t mess up.
Help us save water and reduce waste.

Texto: Redação

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UMinho vai ter 450 jovens a construir robôs móveis durante três dias

UMinho vai ter 450 jovens a construir robôs móveis durante três dias

RoboParty inicia amanhã em Guimarães e é considerada a maior iniciativa de robótica educacional do mundo

O Laboratório de Automação e Robótica da Universidade do Minho e a sua spin-off botnroll.com promovem entre esta quinta-feira a sábado, dias 21 a 23 de março, a RoboParty 2024, com cerca de 450 participantes de todo o país, mas também do Brasil e Espanha. Esta 16ª edição decorre no pavilhão desportivo do campus de Azurém, em Guimarães, e o público tem entrada livre.

Trata-se do maior evento de robótica educacional do mundo, ensinando a criar e construir robôs móveis autónomos de forma simples e animada. A sessão de abertura é esta quinta-feira, pelas 10h00, prevendo-se o presidente do Município de Guimarães, Domingos Bragança, o reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, e o coordenador da iniciativa e professor da Escola de Engenharia da UMinho, Fernando Ribeiro, entre outros.

Os participantes desta RoboParty têm entre 10 e 66 anos, sendo boa parte da faixa etária dos 15-17 anos. Há 111 equipas (com quatro elementos cada), incluindo quatro equipas do Brasil e quatro de Espanha. No início do evento, as equipas recebem um kit em peças do robô “Bot’n Roll One A”. Segue-se a formação básica em eletrónica, programação e mecânica para permitir a construção do protótipo, num ambiente de entreajuda e com apoio permanente de 65 estudantes maioritariamente de Engenharia Eletrónica Industrial e Computadores da UMinho.

Três dias non-stop

No segundo e terceiro dias, os participantes põem os seus robôs à prova em quatro desafios: Race of Champions, Prova de Obstáculos, Fun Challenge e Dança, sendo esta última no sábado às 14h00, cativando muito público devido à sua espetacularidade. Há algumas surpresas em Fun Challenge, pois os robôs não são 100% autónomos e precisam da destreza do seu “mestre”. No final, os participantes vão poder levar os robôs consigo para casa ou para a escola para continuarem a aprender.

Ao longo dos três dias non-stop (os jovens trazem saco-cama), há atividades lúdicas e desportivas paralelas, como a apresentação de gadgets, DJs, torneios de basquetebol, ténis de mesa, xadrez e tiro com arco, além de treino funcional, peddy paper e atuações das tunas Tun’ Obebes e Afonsina.

Este ano destacam-se ainda as demonstrações de robôs desenvolvidos na UMinho (o ajudante Charmie e os Futebolistas), o lançamento do novo botnroll (permite visão por computador e programar em Python) e as formações MatLab e Simulink acreditadas para professores. Desde 2007, a RoboParty já teve mais de 8000 jovens a divertirem-se e aprenderem eletrónica, programação e mecânica. Os sites oficiais são www.roboparty.org e facebook.com/RoboParty.

Texto: GCI

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UMinho recebe maior feira nacional de mestrados e pós-graduações 

UMinho recebe maior feira nacional de mestrados e pós-graduações

A Universidade do Minho recebe no próximo dia 19 de março a “Unlimited Future – Feira de Mestrados e Pós-Graduações”, considerada a maior do país neste âmbito. O evento irá decorrer na nave 2 do Complexo Desportivo do campus de Gualtar, em Braga. O objetivo do certame passa por ajudar os participantes no próximo passo do seu percurso académico. O evento decorre das 14h00 às 19h00 e a entrada é livre.

A UMinho e as suas Unidades Orgânicas irão aproveitar para reforçar a divulgação dos seus mestrados, doutoramentos e pós-graduações, incluindo a oferta dos mais de 112 cursos não-conferentes de grau integrados no projeto Aliança de Pós-Graduação – Competências para o Futuro (com financiamento Impulso Adultos /PRR/NextGenerationEU, até 2026). Estes últimos são cursos de upskilling ou reskilling diferenciados por serem organizados em estreita articulação com mais de 80 entidades parceiras, empresas e outra instituições empregadoras. Para além da oferta formativa será ainda possível conhecer em detalhe os serviços, programas de mobilidade, oportunidades de investigação e de tese em ambiente empresarial/institucional oferecidos na UMinho. Serão estudantes, técnicos e professores da instituição que, ao longo do dia, irão interagir com os participantes no sentido de esclarecer as suas dúvidas.

A par da UMinho estarão presentes nesta mostra representantes de 20 instituições de ensino nacionais que farão a apresentação dos seus cursos de 2º e 3º ciclo.

Esta iniciativa está integrada num mês de importantes feiras de oferta formativa que envolvem a UMinho. Após a feira “Qualifica” que aconteceu na última semana na Exponor, em Matosinhos, a UMinho também irá marcar presença de 20 a 23 de março na “Futurália”, em Lisboa. De 18 a 20 de abril é a vez da UMinho organizar a “UPA – UMinho de Portas Abertas”, também no campus de Gualtar, em Braga, um evento que já soma com cerca de 5000 inscritos.

Texto: GCI

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42.º aniversário assinala um ano “marcante” para a EEG

42.º aniversário assinala um ano “marcante” para a EEG

Ainda durante este ano, a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho (EEG) pretende redefinir a sua identidade e está a discutir um novo nome, quem o revelou foi Presidente da Escola, apontando que este deverá refletir os três pilares científicos da instituição: a Economia, a Gestão e a Ciência Política.

As propostas foram dadas a conhecer na cerimónia comemorativa do 42.º aniversário da unidade orgânica, decorrida no passado dia 12 de março, a qual contou com a presença, além do Presidente da EEG, Luís Aguiar-Conraria, do antigo Vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas e do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro.

“Queremos um nome que expresse o nosso pluralismo científico, além da Economia e da Gestão, temos a Ciência Política”, começou por dizer o responsável da EEG, frisando que “é uma vantagem competitiva que devemos explorar”, pois, segundo este, não é possível “pensar em estratégias de internacionalização de empresas e de investimento internacionais, ou em políticas económicas, sem ter em atenção a turbulência em que o mundo vive, sem ter em atenção as questões de geopolítica e de segurança internacional”.

A EEG tem um Departamento de Ciência Política com duas “áreas de peso”, Administração Pública e as Relações Internacionais, “é uma realidade, não um complemento”, disse, salientando que esta “é uma vantagem” que têm em relação a muitas outras escolas da área.

Outras das propostas apresentadas foi a revisão dos Estatutos da Escola, dando sequência à revisão dos Estatutos da Universidade que deverão ser brevemente aprovados. “Os nossos novos Estatutos espelharão a nossa missão”, referiu, os quais terão em conta os objetivos e desafios da instituição.

Um dos grandes desafios da Escola para os próximos tempos será, a UMinhoExec, para a qual o Reitor da UMinho, na tomada de posse do Presidente da EEG, desafiou a nova direção a definir um futuro. O que para Luís Aguiar-Conraria, exige duas coisas: “um edifício” próprio e “estabelecer parcerias com empresas”, questionando sobre “que sentido faz termos uma escola de formação executiva, que forma quadros superiores, seja de empresas, seja da administração pública, e não chamarmos os empresários para definir estratégias connosco?”, apontando que é preciso “trabalharmos juntos na administração e desenvolvimento dessa Escola Executiva”.

O responsável da unidade orgânica realçou ainda o tema da “sustentabilidade”, sublinhando que faz parte da missão da Escola, “é outra das tarefas que temos para este ano, a criação de um “Road map” para a sustentabilidade da EEG”, disse.

Reconhecendo o papel de relevo que a Escola tem granjeado no âmbito educação superior das pessoas, da investigação científica e da prestação de serviços, Rui Vieira de Castro começou o seu discurso com duas questões: Que Escola queremos para o futuro? Como pretendemos preparar esse futuro? Salientando que a acreditação internacional “é uma condição essencial para assegurar o salto qualitativo que a Escola pretende dar”.

Trazendo novamente para cima da mesa o que diz ser a “real oportunidade da Administração Pública”, uma vez que a EEG está inserida num consórcio com outras escolas da área, deixou patente a “disponibilidade da Reitoria para um tratamento diferenciado de uma aposta mais forte da Escola nesta área, desde que seja suficientemente fundamentada e seja consequente em termos do desenho do futuro da própria Escola”, afirmou.

O responsável máximo da UMinho apontou ainda para o “reforço” da formação não conferente de grau, uma área em que a EEG tem apostado, mas para a qual sugere que se dê “um salto para outro patamar”. Sobre a questão da infraestrutura física para a UMinhoExec, o reitor da UMinho assegurou que “estamos a trabalhar nesse sentido”, apontando haver uma solução para responder a esse requisito, mas advertindo que “sendo ele importante, não é evidentemente suficiente”. Indicando que a formação não conferente de grau deve ser colocada “com um valor semelhante àquele que atribuímos à formação conferente de grau”.

No que toca à formação doutoral, indica que é “uma das debilidades” da EEG ou um “espaço de potencial crescimento”. 

Paulo Portas foi o palestrante convidado e trouxe até nós o tema, “Os 50 Anos do 25 de Abril: As Mudanças do Mundo e os Seus Impactos na Definição Estratégica de Portugal”, onde apresentou a uma análise histórica do país e do mundo. Sublinhando que no mundo de hoje não há nada “que possa dar-se como garantido no sistema internacional de que dispomos”, perante um mundo “global, volátil e incerto”. Lembrando a polaridade existente há 50 anos entre as duas potências, EUA e URSS, apontou a “potência desafiante” que é hoje a China.

Assinalando a Inteligência Artificial como um “risco”, afirmando “a progressiva intimidação da democracia representativa pela chamada democracia digital”. Exemplificando que “o uso do algoritmo em campanhas políticas tem um só mantra: a discórdia permanente e agressiva”, algo “muito distinto da pluralidade de ideias e doutrinas”, disse.

Sobre a UMinho e sobre a EEG, declarou serem “grandes conseguimentos”. Salientando que embora fisicamente longe do poder “estão realmente perto da economia”, acrescentando que “a transformação do conhecimento em produto passa radicalmente por aqui”.

A sessão foi ainda marcada pelas entregas de prémios, distinções, homenagens.

Texto: Ana Marques

Foto: Daniel Silva