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Presidente da República condecorou o nosso antigo Reitor António Guimarães Rodrigues

Presidente da República condecorou o nosso antigo Reitor António Guimarães Rodrigues

O Presidente da República condecorou o nosso antigo Reitor António Guimarães Rodrigues, a título póstumo, com o grau de Grande-Oficial da Ordem da Instrução Pública.

Marcelo Rebelo de Sousa entregou as respetivas insígnias a Lígia Rodrigues, filha do homenageado e professora da Escola de Engenharia da UMinho. A cerimónia decorreu ontem no Palácio de Belém, em Lisboa.

António Guimarães Rodrigues (1950-2023) esteve ligado à fundação da UMinho, onde foi professor catedrático, diretor do Departamento de Produção e Sistemas, presidente da Escola de Engenharia, pró-reitor e ainda Reitor entre 2002 e 2009. Começou a carreira docente na Universidade de Lourenço Marques (Moçambique) e, entre outros cargos, foi responsável do Instituto da NATO (ASI) Operations Research and Management in Fishing e do Centro de Computação Gráfica.

Texto: GCI

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ECUM projeta nova casa para a próxima década

ECUM projeta nova casa para a próxima década

A revelação foi feita pelo presidente da Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM) na cerimónia de celebração dos 49 anos da instituição. Um projeto que poderá vir a ser também, o projeto de maior envergadura da Universidade do Minho (UMinho) nas últimas décadas.

Apesar dos investimentos feitos no último mandato na infraestrutura e segurança do edifício 6, a sede da ECUM, tais como o recrutamento de um técnico superior especializado e a realização de formações específicas de segurança, para além das intervenções já finalizadas no laboratório de Química e substituição de grande parte da cobertura do edifício, sendo que atualmente estão ainda a ser intervencionados mais dois laboratórios, o que, segundo o presidente da ECUM, José González-Méijome, “em conjunto permitirão redefinir e otimizar grande parte da atividade de investigação, formação especializada e avançada na área, especialmente de química orgânica”, a unidade orgânica está a fazer crescer “o projeto para as futuras instalações da Escola de Ciências no campus de Gualtar, com a aspiração de que entre em funcionamento no prazo de 5 a 10 anos”, apontou de forma realista o responsável da ECUM. 

Realçando que este projeto significa para a ECUM “um compromisso e uma responsabilidade acrescida, à qual responderemos com um projeto de infraestrutura moderna e flexível, que não constituiu um fim em si próprio, mas antes um meio para alcançar novos desafios científicos, pedagógicos e de interação com a sociedade da segunda metade do sec. XXI”.

Nesta que foi a sua última cerimónia de aniversário da Escola enquanto presidente, José González-Méijome apresentou uma “taxa de execução global de 93%” no âmbito das medidas previstas no plano de ação da Escola, afirmando que a ECUM “está agora com melhores condições ainda para atrair novas lideranças que continuem o trabalho”, indicando que a instituição ruma assim ao seu cinquentenário, que será comemorado dia 21 de fevereiro de 2025, “por um melhor futuro com ciência”.

O presidente anunciou ainda que a Escola atribuirá este ano, o segundo título de professor emérito, o primeiro nos últimos 20 anos. E, pela primeira vez, será atribuído, por proposta da ECUM, o 22.º Honoris Causa, ao Nobel da Física, Alain Aspect, antigo colaborador da ECUM.

O reitor da UMinho parabenizou a Escola, uma das fundadoras, assinalando os contributos desta como “essenciais” para concretização da missão e dos objetivos da Universidade. Saudando também a atual direção pela dimensão de concretização do seu plano de ação.

Falando sobre o futuro da UMinho, Rui Vieira de Castro destacou aquele que, para si, é um dos processos mais importantes, a “transformação organizacional”.

Colocando o foco na revisão dos Estatutos, destacou dois eixos fundamentais, o primeiro, “o reforço da autonomia das unidades orgânicas”, e o segundo, “a busca de uma maior maleabilidade organizacional” que permita à Universidade responder à emergência de novas realidades. Apelando à participação da comunidade académica no processo que está em curso, sublinhou que “não se trata aqui de assegurar uma maior representação do corpo A ou B, mas antes com um olhar focado naquilo que são as formas de organização que podem permitir, numa circunstância nova, encontrar as melhores formas de nos organizarmos para termos, ao nível das nossas unidades, uma maior maleabilidade e uma maior capacidade de resposta”, disse.

O responsável máximo da UMinho destacou ainda outros processos importantes em curso, “a transformação da oferta educativa”, uma questão que para este, “a Universidade tem dificuldade em olhar criticamente para projetos que já não correspondem os objetivos da sua criação”, assinalando que os cerca de 230 cursos conferentes de grau existentes na UMinho (mais de metade são mestrados, cerca de 60 licenciaturas e cerca de 60 programas de doutoramento), são “um número que merece reflexão”, disse. Assinalando ainda, que a oferta não conferente de grau “tem hoje e vai continuar a ter, cada vez mais, uma importância positiva para a instituição”, pelo que se deve olhar para ela como componente também da atividade docente dos docentes de carreira, “isso vai acontecer mais tarde ou mais cedo”, patenteou.

Sobre a investigação e inovação, indicou que a UMinho apostou de forma “ousada” nos dois instrumentos tornados disponíveis, o apoio do Orçamento do Estado à contratação de investigadores e o FCT Tenure, “o nosso objetivo de atingirmos com estes dois instrumentos cerca de 150 investigadores de carreira na Universidade vai representar um salto qualitativo imenso para a nossa instituição”, alertando para a responsabilização que esta aposta traz, relativamente à capacidade de a UMinho “traduzir esses recursos humanos em efetiva obtenção de financiamentos no quadro de projetos, sobretudo financiados por entidades que não as nacionais”, expôs.

Terminou, avisando que a Universidade “não pode frustrar as esperanças, as expectativas que sobre ela são colocadas”, apontando que a ECUM “terá aí um papel importante.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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“Estafeta da Amizade” vai unir os campi de Azurém e Gualtar

"Estafeta da Amizade" vai unir os campi de Azurém e Gualtar

A Universidade do Minho (UMInho), em parceria com os municípios de Braga e Guimarães, organiza no próximo dia 21 de abril uma prova de atletismo que irá unir o campus de Azurém ao de Gualtar. A “Estafeta da Amizade” é uma das iniciativas integradas no programa oficial das comemorações dos 50 anos da UMinho e irá ligar as duas cidades num percurso com a distância aproximada de 24 km. 

Nesta prova apenas podem participar equipas de quatro elementos, independentemente do género, e cada participante poderá efetuar apenas um percurso que terá uma distância de aproximadamente seis quilómetros. 

O evento terá início marcado para as 9h30 no campus de Azurém, em Guimarães, e terminará no campus de Gualtar, em Braga. A organização providencia transporte dos participantes interessados entre a chegada no campus de Gualtar e a partida no campus de Azurém, assim como a partir de todas as zonas de transição existentes a cada seis quilómetros ao longo de todo o percurso. 

Caminhada de 4km realiza-se na cidade de Braga 

Integrada na mesma prova haverá ainda uma caminhada dedicada à comunidade académica e população em geral que se queira associar a esta jornada de amizade. A caminhada terá uma distância de quatro quilómetros e poderá ser realizada individualmente estando o seu início marcado para as 10h00 no Estádio 1º de maio, em Braga. A prova terminará no campus de Gualtar e irá coincidir com a chegada das equipas que participam na “Estafeta da Amizade”. 

Para além dos municípios de Braga e Guimarães, são ainda parceiros nesta prova promovida pela runporto.com, a Associação de Atletismo de Braga (AAB), o Conselho Regional de Arbitragem da AAB, a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Texto: GCI

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Escola de Ciências da UMinho celebra amanhã o 49º aniversário

Escola de Ciências da UMinho celebra amanhã o 49º aniversário

A Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM) assinala o seu 49º aniversário esta quarta-feira, dia 21 de fevereiro, com uma cerimónia pelas 15h00, no auditório B1 (edifício 2) do campus de Gualtar, em Braga. A sessão vai ser transmitida em simultâneo no YouTube. A intervenção de abertura cabe ao presidente da ECUM, José Manuel González-Méijome, seguindo-se a atribuição dos prémios de reconhecimento a membros da Escola, bem como dos prémios escolares e do concurso “Ciência feita Arte”.

O programa prossegue com a palestra “Geologia planetária e Geofísica: as principais ferramentas científicas do programa Apollo”, por Rui Moura, professor da Universidade de Aveiro, que estuda as propriedades do solo lunar, conduziu experiências de microgravidade e promove o voo espacial tripulado através de exposições de artefactos. A sessão prevê ainda uma intervenção do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, um momento musical e um Porto de honra, com o corte de bolo de aniversário. 

“Ciência feita Arte” para ver até dia 27 

Em paralelo, vai estar patente até 27 de fevereiro, no hall do edifício 2 do campus, a exposição “Ciência feita Arte”. Há para ver 87 imagens e instalações com material científico ou laboratorial, produzidas por estudantes, investigadores, docentes e técnicos da ECUM e por alunos de escolas básicas e secundárias parceiras, no âmbito de um concurso que visou aliar a experimentação científica e artística. A entrada é livre.

A ECUM tem mais de 2100 estudantes distribuídos por 12 licenciaturas, 13 mestrados e 12 doutoramentos. Possui cinco departamentos – Biologia, Ciências da Terra, Física, Matemática, Química – e mais de cem projetos em curso em seis unidades de investigação: Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA), Centro de Ciências da Terra (CCT-ICT), Centro de Física (CF-UM-UP), Centro de Matemática (CMAT), Centro de Química (CQUM) e um polo do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP Minho).

Aproximando-se do meio século, esta Escola prepara-se para definir a oferta formativa base, especializada e avançada e a investigação em áreas emergentes e de vanguarda. “Perante um futuro nunca isento de desafios, abre-se um horizonte de oportunidades para a redefinição do que será esta Escola de Ciências no contexto de uma UMinho completa, numa região jovem e inovadora, com elevado potencial de impacto económico no país e no contexto europeu e global”, revela José González-Méijome.

A ECUM tem apostado na formação e investigação e em projetos com a sociedade. Outra prioridade passa por recrutar recursos humanos altamente especializados, devido à aposentação de um número significativo de profissionais. “É também essencial projetar que infraestruturas permitirão desenvolver uma atividade compatível com o conhecimento que ambicionamos vir a produzir, divulgar e aplicar, na certeza de que iremos viver tempos entusiasmantes”, assume.

Texto: GCI

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UMinho comemorou 50 anos com pompa e circunstância

UMinho comemorou 50 anos com pompa e circunstância

Foi há 50 anos que o Ministro da Educação Nacional, Veiga Simão, deu posse à Comissão Instaladora da Universidade do Minho (UMinho) e empossou o seu primeiro reitor, Carlos Lloyd Braga.  A data foi assinalada no passado dia 17 de fevereiro, exatamente no dia em que a academia minhota comemorou o seu cinquentenário, marcado por discursos unânimes sobre a relevância que a Instituição tem portado para o desenvolvimento das cidades que a acolhem, da região e do país na Europa.

A cerimónia do 50.º Aniversário começou com o tradicional cortejo académico, que este ano recreou o cortejo de 1974, o qual saiu do Arco da Porta Nova e seguiu até ao Largo do Paço, onde, no Salão Medieval decorreu a cerimónia solene que contou com as intervenções da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, da Presidente do Conselho Geral da UMinho, Joana Marques Vidal, do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do Presidente da Comissão Comemorativa dos 50 Anos da UMinho, João Cardoso Rosas e da Presidente da Associação Académica da UMinho, Margarida Isaías.

“Imaginam, certamente, a alegria e a emoção que hoje sinto por, nesta cerimónia, poder falar-vos em nome da Universidade do Minho, uma Instituição que, nas cinco décadas passadas, deu inestimáveis contributos para a reconfiguração dos sistemas de ensino superior e de ciência e para a transformação social, económica e cultural do nosso País”, começou por dizer o Reitor da UMinho.

Sobre a celebração dos 50 anos, Rui Vieira de Castro refere que à recordação do que foram estas cinco décadas, é preciso “juntamos um olhar crítico sobre o nosso presente, condição para projetarmos o futuro”. Assinalando que as tendências de hoje nos setores do ensino superior e da investigação e o seu reforço, “confronta-se, porém, com obstáculos importantes”, destacando o “financiamento” que “continua a ser insuficiente”, disse.

O responsável da UMinho defendeu que os “contratos de legislatura” que têm sido feitos com o Governo, são “uma prática que importa aprofundar no futuro”, realçando que “é imperativo resolver desequilíbrios no financiamento das instituições que as privam, e privam algumas mais do que outras, de condições para promoverem um planeamento e desenvolvimento estratégico adequados”. Reconhecendo o trabalho que tem sido feito por Elvira Fortunato, no sentido de tornar mais transparentes e justos os critérios de financiamento das universidades, afirmou, “esperamos que este processo prossiga no futuro, pondo cobro, num prazo curto, à situação de insuportável iniquidade de que a Universidade do Minho, por mais de uma década, foi vítima maior”.

Sobre as dificuldades que os estudantes enfrentam na frequência do ensino superior, o reitor apontou o “problema do alojamento estudantil e os impactos do aumento do custo de vida” como maiores “fragilidades” que continuam a afastar muitos jovens do ensino superior.

Como visão de futuro para a UMinho e falando da década presente, Rui Vieira de Castro assume que a Universidade “tem de assegurar a qualificação inicial e continuada da nossa população, aproximando as nossas comunidades dos níveis prevalecentes nos países europeus; tem que melhorar os seus indicadores de desempenho científico, aproximando-se das universidades europeias de referência; tem de intensificar os projetos desenvolvidos em redes colaborativas com entidades públicas e privadas; tem de incrementar a sua participação em redes internacionais de universidades; ser uma Universidade com elevada qualidade institucional; e uma Universidade dotada de formas de organização e funcionamento inovadoras”, afirmando que “conhecemos o que a sociedade espera de nós e queremos responder às expectativas que sobre nós são projetadas”.

Terminando, deixou a mensagem: “Alicerçado na nossa história e no nosso presente, o compromisso da Universidade do Minho, no momento em que celebra os seus 50 anos, é o de prosseguirmos o trabalho que vimos fazendo em prol do ensino superior e da ciência, das pessoas, da região e do País”.

Margarida Isaías começou por afirmar os estudantes e a Associação Académica como “parte ativa no desenvolvimento e crescimento desta Casa”, sublinhando que os 50 anos da UMinho, “começaram com os estudantes”.

Colocando-se como pessoa que no lugar que ocupa, cabe-lhe “promover a reflexão e pedir ação”, patenteou um olhar crítico sobre a situação atual dos estudantes e do país, dizendo que, seja a nível local, académico e nacional, “tenho visto, de perto, os decisores, as fraudes, os interesses pessoais, as corrupções e os tráficos de influência em todos esses órgãos”, alertando que “a democracia e a liberdade estão em risco, e, por isso, também estão a Educação e as Universidades”, indicando que “a solução da crise democrática que vivemos não é a desistência da democracia, mas, pelo contrário, a educação”.

Para a líder dos estudantes da UMinho, “falta ouvir os estudantes e não apenas dar-lhes a palavra”. Evocando hoje outras lutas, como as propinas, o alojamento, os transportes, a ação social, o combate ao assédio, a luta pela igualdade de género, a saúde mental, os empregos dignos e o lugar dos estudantes na discussão e nas decisões, patenteou que a “liberdade” deverá estar “sempre como pano de fundo”.

Concluiu, deixando o repto a todos os presentes, para que “procurem (…) a promoção da educação, da democracia e da liberdade”.

No seu discurso, Joana Marques Vidal, indicou o papel da Universidade, do Ensino, da Investigação Científica, da Educação, e do Conhecimento como “imprescindível” nas sociedades de hoje, apontando a UMinho como “Uma Universidade completa” que se deve aprofundar “como uma Universidade de Futuro”.

Aproveitando a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, alertou para a “necessidade de pensar uma arquitetura da estrutura organizacional do sistema do Ensino Superior público que, sem deixar de definir os princípios definidores das grandes linhas estruturantes, permita uma liberdade e autonomia organizacionais, adequadas ao projeto e ao modelo adotado por cada uma”.

Relativamente ao modelo de governo das Instituições do Ensino Superior, a presidente do Conselho Geral da UMinho, afirmou que a participação de elementos externos “é, em si mesma, um forte fator de legitimação do governo das instituições”, realçando que “qualquer eventual alteração a introduzir no atual modelo de governo das instituições do Ensino Superior deverá necessariamente consagrar formas de participação de membros externos, sob pena de nos confrontarmos com um verdadeiro retrocesso”, patenteou.

Sobre a revisão dos Estatutos da UMinho, que estão atualmente em fase de consulta pública e que se prevê ir a votação em sessão plenária a ocorrer em março do presente ano, a Ex-procuradora-geral da República, realçou no projeto “a consagração de uma maior autonomia, designadamente financeira e orçamental, das Unidades Orgânicas face ao regime atualmente estabelecido”.

Elvira Fortunato, começou por reconhecer a UMinho como “determinante para a evolução do sistema académico e científico nacionais, bem como para a afirmação de Portugal em termos individuais, mas também no contexto europeu”, acrescentando que “se Portugal é hoje um país mais moderno e mais capaz”, também se deve à UMinho, “que desde 1973 soube afirmar-se como uma instituição pioneira em diversas vertentes, contribuindo dessa forma para o progresso académico e científico de Portugal”, concluiu.

Para João Cardoso Rosas, a data comemorativa “marca a maioridade de uma instituição universitária, o momento em que terminou a fase de maturação, mas tem o futuro à sua frente”. Assinalando a UMinho como uma das “universidades novas”, fortemente ligada ao processo de democratização política e social encetado a 25 de abril de 1974, destacou que esta, desde o seu início, se assumiu “como um motor de desenvolvimento regional”. No momento em que a UMinho comemora os seus 50 anos, aponta a instituição como “comprometida com a democracia, o desenvolvimento e o conhecimento”, indicando que o programa de comemorações visou abarcar “a história destes 50 anos e a sua projeção atual e futura”.

A cerimónia incluiu ainda a apresentação de vídeos institucionais e a entrega de diplomas, de prémios de mérito e do título de Professor Emérito a José Vieira, Manuel Rocha Armada, Manuela Martins e Paulo Pereira.

Os momentos musicais estiveram a cargo do Coro Académico da UMinho e a um Quarteto de Metais do Departamento de Música da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da UMinho, sob a direção do maestro Cosme Campinho.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Mais de 3000 ofertas nos Dias do Emprego da Escola de Engenharia da UMinho

Mais de 3000 ofertas nos Dias do Emprego da Escola de Engenharia da UMinho

A Escola de Engenharia da Universidade do Minho (EEUM), em Guimarães, recebe esta terça-feira 75 empresas, com mais de 3000 oportunidades de trabalho para seduzirem estudantes e diplomados. A iniciativa designa-se “Dia do Emprego – Tomorrow Needs You” e decorre das 9h30 às 17h30, na nave central do campus de Azurém, em Guimarães. Balanças Marques, Casais, CEiiA, CJR Renewables, Continental, dst, Energycon, Petrotec, Jerónimo Martins e Siemens estão entre os stands participantes. A entrada é livre.

A abertura conta com a presença dos presidentes da EEUM e do Município de Guimarães, respetivamente Pedro Arezes e Domingos Bragança, além de uma atuação da tuna Afonsina. Os quase 8000 alunos da Escola vão poder interagir com grandes empregadores nacionais e internacionais e conhecer as suas áreas de negócio, ofertas abertas e perfis de colaboração.

“Este é o evento que mais caracteriza a nossa Escola: permite a qualquer estudante dos três ciclos de estudos interagir com o tecido empresarial e industrial, facilitando a sua tomada de decisão no percurso académico e perspetivando o que o mercado espera dele/a”, diz o vice-presidente da EEUM para a Interação com a Sociedade, Raúl Fangueiro.

Esta Escola oferece 15 licenciaturas, 38 mestrados e 22 doutoramentos, com aprendizagem baseada em projetos e para servir as necessidades do mercado. “As empresas reconhecem a nossa qualidade do ensino e os nossos jovens com talento inovador, conhecimentos práticos e perfil fora da caixa, por isso o Dia do Emprego tem sempre grande sucesso”, realça.

Cerimónia de graduação debate humano-artificial

A EEUM teve no último ano quase 1000 diplomados de licenciatura e mestrado integrado, 300 de mestrado e 72 de doutoramento. Para os homenagear, realiza uma cerimónia de graduação na quarta-feira, dia 21, às 16h00, na nave central do campus de Azurém. Na sessão vão estar também diretores de curso, colegas, amigos e familiares.

A iniciativa tem como oradores convidados Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa e presidente da Associação Empresarial do Minho, e Beatriz Oliveira, CEO da BindTuning e diretora regional da Microsoft, para falarem sobre liderança humanizada e a ponte entre o ser humano e a inteligência artificial.

O evento é aberto ao público, sendo relevante para interessados em ensino, inovação, empreendedorismo, carreira e liderança. O programa inclui ainda a entrega de prémios de mérito por instituições parceiras e uma atuação da tuna Tun’Obebes. Há mais detalhes em www.eng.uminho.pt .

Texto: GCI

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UMinho recria cortejo de 1974 na comemoração do Cinquentenário

UMinho recria cortejo de 1974 na comemoração do Cinquentenário

O programa completo das celebrações foi apresentado ontem e terá o momento central no sábado, mas prolonga-se até ao próximo ano.

Em 1974, o Ministro da Educação Nacional, Veiga Simão, foi recebido no Arco da Porta Nova e em cortejo seguiu até ao Largo do Paço, onde, no Salão Medieval, presidiu à tomada de posse da comissão instaladora e do primeiro reitor da Universidade do Minho (UMinho), Carlos Lloyd Braga. A replicação deste cortejo será um dos momentos mais simbólicos das comemorações dos 50 anos da academia minhota, que acontecerá no próximo sábado, pelas 10:30.

“Vamos querer replicar esse cortejo, e, portanto, o cortejo académico vai desfilar pelas ruas da cidade, desde o Arco da Porta Nova até aqui ao Largo do Paço”, revelou o reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro.

A celebração do momento fundacional inicia-se já amanhã, dia 16, com várias atividades, encerrando o dia com 1.º Concerto Comemorativo do 50.º Aniversário pela Orquestra da Universidade do Minho – 9.ª Sinfonia de Beethoven, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães. O dia principal acontece a 17, onde para além da recriação do cortejo de 1974, decorrerá a Sessão Solene Comemorativa dos 50 Anos da UMinho, que contará com a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, do Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro e do Secretário de Estado do Ensino Superior, Pedro Nuno Teixeira.

Ainda neste dia, será inaugurada, no Largo do Paço, a exposição itinerante que andará em digressão pela região, “50 anos a reinventar a educação e o conhecimento”. “Vai começar em Braga, mas com a colaboração das Câmaras Municipais da região e com a colaboração das Casas do Conhecimento, vai fazer uma itinerância por toda a região do Minho, terminando em Guimarães no próximo ano, a 17 de fevereiro, visando mostrar aquilo que a Universidade é”, referiu João Cardoso Rosas, presidente da Comissão de Comemorações. O dia termina com o 2.º Concerto Comemorativo do 50.º Aniversário pela Orquestra da Universidade do Minho – 9.ª Sinfonia de Beethoven, Theatro Circo, Braga.

O programa comemorativo é vasto, já se iniciou no ano passado e prolonga-se até fevereiro do próximo ano, com a realização de várias atividades, nas cidades de Braga e de Guimarães, bem como pela região do Minho, no sentido de envolver toda a comunidade. Para isso, e abraçando diversas áreas, as atividades vão desde as culturais às desportivas, das científicas às sociais. A destacar, decorrerá em março, o lançamento do Estudo “A UMinho e a transformação da região”; em abril, a conferência “As Novas Universidades no Contexto da Democratização Portuguesa” e a meia-maratona por estafetas, de Guimarães a Braga; em maio, a apresentação do livro “(E)vidência Futura” e o concerto da primavera pela Orquestra da UMinho; em junho, a festa do Cinquentenário, um momento que se pretende de união e celebração para convidados e colaboradores da UMinho, docentes, investigadores e trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão, e o Festival de Performance na Casa de Monção; em julho, a Conferência Anual da Arqus – European University Alliance; em setembro, o Cool Campus 2.0, atividades culturais e recreativas para receção aos novos alunos, em Gualtar e Azurém, e ainda exercícios de performance dos alunos da licenciatura em Teatro, que levarão a cabo um espetáculo de rua pelos recantos de Guimarães; em outubro, serão apresentadas novas obras de arte (escultura) a assinalar os 50 anos da Universidade, que enriquecerão os campi de Azurém e Gualtar; em novembro, decorrerá o XXIII Encontro de Reitores do Grupo Tordesilhas; em dezembro, realiza-se a conferência “A Universidade do Minho – Os Próximos 50 Anos” e o Concerto de Natal e de Encerramento das Comemorações.

Com 50 anos de história, a UMinho conta atualmente com três campi, um parque de ciência e tecnologia, quatro complexos multifuncionais, 12 Escolas e Institutos, 21 000 estudantes dos quais 2400 são estudantes estrangeiros e 1900 são estudantes de doutoramento, 1747 professores e investigadores, 738 trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão, 30 unidades de investigação, 27 centros avaliados com excelente ou muito bom, 13 laboratórios colaborativos, 9 laboratórios associados, 12 unidades de interface, 48 spin-offs, 50 famílias de patentes, 3400 publicações científicas, é 96 do mundo no UI GreenMetric Sustainability Ranking (1 em Portugal), tem 11 unidades culturais e diferenciadas, realiza 500 eventos culturais/ano, tem 8 bibliotecas, 1 orquestra, 13 022 estudantes de licenciatura e mestrado integrado, 4 910 estudantes de mestrado, 1 700 estudantes de doutoramento, está entre as 200 melhores do mundo, com menos de 50 anos, segundo o THE 2019 e tem mais de 360 investigadores.

O programa completo das comemorações pode ser visto em:

https://www.uminho.pt/PT/50anos/Paginas/Programa.aspx

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Estão abertas as candidaturas ao Programa de Apoio Informático a Estudantes

Estão abertas as candidaturas ao empréstimo de computadores

Os Serviços de Acção Social da Universidade do Minho (SASUM) voltam a disponibilizar computadores, a título de empréstimo, aos estudantes em condições de carência económica, para que o desempenho académico não seja condicionado por dificuldades de acesso às tecnologias de informação e comunicação, nomeadamente por escassez de recursos económicos.

A iniciativa, enquadrada pelo Programa de Apoio Informático a Estudantes, teve início em 2020, em contexto de pandemia provocada pela covid-19. Contudo, os SASUM continuam a entender ser necessário assegurar o acesso dos estudantes aos recursos tecnológicos indispensáveis para o acompanhamento das atividades de ensino e avaliação.

Podem candidatar-se ao Programa os estudantes validamente matriculados e inscritos na UMinho, devendo para esse efeito preencher o formulário disponível em www.paie.sas.uminho.pt/candidatura até 20 de fevereiro.

O empréstimo de computadores é feito de acordo com os equipamentos disponíveis e atende aos critérios de seriação previstos no Regulamento, nomeadamente a situação económica e o aproveitamento escolar do estudante, de acordo com o desempenho alcançado no ano letivo anterior.

Texto: SASUM

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Cerimónia do 50º Aniversário da Universidade do Minho

Cerimónia do 50º Aniversário da Universidade do Minho

A Universidade do Minho realiza a cerimónia do seu 50º Aniversário no próximo dia 17 de fevereiro, pelas 10h30, no Salão Medieval da Reitoria, no Largo do Paço, em Braga. O evento pode ser acompanhado em direto no canal YouTube da UMinho.

A sessão solene prevê as intervenções da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, da Presidente do Conselho Geral da UMinho, Joana Marques Vidal, do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, da Presidente da Associação Académica da UMinho, Margarida Isaías, e do Presidente da Comissão Comemorativa dos 50 Anos da UMinho, João Cardoso Rosas.

A cerimónia inclui ainda o tradicional cortejo académico, vários vídeos institucionais, a entrega de diplomas e prémios de mérito, bem como o título de Professor Emérito a José Vieira, Manuel Rocha Armada, Manuela Martins e Paulo Pereira.

Os momentos musicais estão a cargo do Coro Académico da UMinho e de um Quarteto de Metais do Departamento de Música da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da UMinho, sob a direção do maestro Cosme Campinho.

Ao contrário do previsto, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, não vai poder estar presente na cerimónia.

Texto: GCI

Foto: Nuno Gonçalves

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Programa aprender a aprender: Sessões de treino de competências para promoção do sucesso escolar

Programa aprender a aprender: Sessões de treino de competências para promoção do sucesso escolar

Cada estudante universitário tem a sua própria forma de aprender. Os percursos escolares são distintos, os interesses divergem conforme as áreas de formação escolhidas, os objetivos e metas de cada um são pessoais. No entanto, todos partilham a expectativa de obter bons resultados escolares e de ser bem-sucedidos nos seus projetos académicos.

Atentos a esta realidade, os SASUM oferecem um programa de 6 sessões de treino de competências, visando fornecer e fomentar métodos e ferramentas de trabalho ajustadas às necessidades dos estudantes da UMinho que pretendam melhorar o seu rendimento académico, com os seguintes objetivos:

  • Melhorar o autoconhecimento e a capacidade de autorregulação.
  • Desenvolver e explorar métodos de trabalho e hábitos de estudo.
  • Melhorar a capacidade de organização do estudo.
  • Fomentar a motivação para a aprendizagem.
  • Trabalhar estratégias de gestão do tempo/energia.
  • Trabalhar estratégias de gestão de stress face a situações de avaliação.

Este programa estrutura-se em 6 sessões em pequeno grupo (de 3 a 6 elementos), e tem por destinatários os estudantes da UMinho que pretendam potenciar o sucesso no seu projeto académico.

Local: Sala de formação do pavilhão desportivo de Gualtar.

Horário: Quartas-feiras das 14H30 às 16H00

Dias: 14, 21 e 28 de fevereiro | 6, 13 e 20 de março de 2024

Inscrição:

Presencial: Centro Médico de Gualtar, em Braga

Por telefone: 253 601490

Por e-mail: envio de mensagem, para psicologia@sas.uminho.pt,  com o assunto “aprender a aprender” indicando o nome, curso, ano curricular e contacto telefónico.

Nota: As Inscrições estão abertas até 13 de fevereiro 2024 e obedecem aos seguintes critérios:

  • A participação no programa é gratuita, mas o procedimento de inscrição é obrigatório;
  • A inscrição no programa pressupõe a participação em todas as sessões;
  • A seleção será feita por ordem de entrada da inscrição;
  • Caso o número de interessados venha a ser superior ao número de vagas, haverá margem para a abertura de um segundo grupo de sessões, em horário a combinar com os inscritos em lista de espera.

Texto: SASUM