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António Raminhos falou de saúde mental com humor!

António Raminhos falou de saúde mental com humor!

A iniciativa denominada de “E se?” decorreu no passado dia 18 de setembro, no campus de Gualtar da Universidade do Minho (UMinho), e juntou o humorista António Raminhos com profissionais ligados à saúde mental, com o objetivo de alertar, sensibilizar e contribuir para o diálogo em torno dos problemas da saúde mental.

A ação, promovida pela Associação de Psicologia (APsi) e pela Associação Académica da Universidade do Minho, no contexto da campanha de prevenção do suicídio “Setembro Amarelo”, teve como público principal adultos jovens, no caso específico, os estudantes da Universidade.

Além do humorista, a conversa contou com as intervenções de Eugénia Ribeiro (coordenadora da Unidade de Intervenção Psicológica da APsi-UMinho e professora da Escola de Psicologia da UMinho), Pedro Morgado (professor da Escola de Medicina da UMinho e coordenador para a saúde mental da ARS-Norte) e Mariana Mangas (psiquiatra e autora do livro “Não há Mal que Sempre Dure”). Uma conversa que pretendeu desmistificar a saúde mental e o sofrimento psicológico associado, bem como promover a literacia nesta área entre os universitários.

De forma humorística e divertida, António Raminhos falou dos problemas de ansiedade e do foro obsessivo-compulsivo dos quais sofre, partilhou com o público a sua experiência de vida e os problemas relacionados com a sua saúde mental, sempre moderada pelo humor, conseguindo chegar à interação e participação do público. “Faz todo o sentido ter estas conversas, mas a malta ainda tem alguma dificuldade em falar sobre o tema”, disse. Quanto a esta iniciativa na Academia minhota, o humorista referiu que, “podermos falar de maneira pública e fazer estas partilhas com profissionais de saúde, é sempre de valorizar”.

Segundo Eugénia Ribeiro, “os estudantes do ensino superior são um grupo de risco para o desenvolvimento de problemas de saúde mental”, salientando a relevância de ações de sensibilização para a importância de cuidar da saúde mental, afirmando que “estão previstos outros eventos como workshops e webinars, visando promover a literacia em saúde mental e também uma ação ao nível do estigma junto quer dos estudantes, quer de outros interlocutores da Universidade que lidam diretamente com os alunos”, refere.

A responsável expôs ainda que a APsi dispõe de diversas consultas para jovens adultos, estando disponíveis para quem precisa e necessita de ajuda.

Pedro Morgado referiu que “é estigma confundir a pessoa com a doença”, o que é errado, sendo que esta é apenas “uma doença de pensamentos estúpidos em pessoas que não são estúpidas, e por isso reconhecem que têm pensamentos estúpidos, daí a vergonha em contar e falar sobre isso”.

Texto: Ana Marques

Fotos: Nuno Gonçalves

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UMinho deu as boas-vindas aos novos estudantes num novo formato

UMinho deu as boas-vindas aos novos estudantes num novo formato

Este ano, a Academia minhota optou por uma forma diferente de acolher os alunos do primeiro ano, transmitindo uma mensagem de uma Universidade cool, proporcionando aos quase 3000 novos estudantes um acolhimento num ambiente livre e descontraído.

A Universidade do Minho (UMinho) recebeu, numa cerimónia de boas-vindas, os cerca de 3000 novos estudantes que este ano ingressaram na Academia na 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior. Decorrida pela primeira vez no “campus” de Azurém, em Guimarães, a sessão contou com as intervenções do reitor, Rui Vieira de Castro, da presidente da Associação Académica (AAUMinho), Margarida Isaías, e do Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Pedro Nuno Teixeira.

Marcada por um ambiente informal e descontraído, ao contrário dos anos anteriores, a sessão teve lugar ao ar livre, nos “Jardins da Lola”, após um piquenique-convívio entre todos, mais uma das iniciativas promovidas no âmbito das comemorações dos 50 anos da Universidade, o qual decorreu ao som da música “jazz” do Trio de Paulo Barros. Uma iniciativa que foi do agrado dos recém-universitários que aproveitaram o momento para se conhecer melhor, para conviver com colegas de curso e de outros cursos, para interagirem com os cerca de 400 colegas mais velhos que participaram na atividade e no acolhimento como “embaixadores” da UMinho.

As intervenções, também elas bastante informais e sem discursos lidos, ficaram marcadas por mensagens de encorajamento, desafio e avisos sobre o futuro, um futuro que ganha agora, nesta chegada ao ensino superior, outro sentido e outra dimensão

Num abre olhos, o reitor lembrou que a discriminação não tem lugar na UMinho, “seja de que natureza for, não tem lugar na UMinho”, disse. Afirmando que a instituição “coloca no centro das suas preocupações a salvaguarda e promoção da dignidade da pessoa humana”, declarando que “a instituição não pode e não quer transigir com aquilo que são violações de regras fundamentais na relação entre as pessoas”, garantindo que, “a liberdade é um valor essencial nesta instituição”.

Rui Vieira de Castro recomendou aos novos alunos a leitura do Código de Conduta Académica da UMinho, onde estão expressos os valores por que se rege a Academia. 

O responsável máximo da UMinho incentivou ainda os “caloiros” a envolverem-se na produção de conhecimento, afirmando que “ser estudante do ensino superior não pode ser apenas replicar aquilo que outros disseram antes de nós. É também preparar caminhos para que vocês sejam também produtores de conhecimento. Nessa medida, o envolvimento em práticas de investigação é algo que vamos esperar de vocês, desde muito cedo, nos vossos percursos académicos nesta instituição”.

A presidente da AAUMinho proferiu, como primeiras palavras, “bem-vindos à melhor academia do país”. Destacando a excelente escolha do espaço para a sessão de boas-vindas, apelou a todos os estudantes para usufruírem mais dos espaços verdes que existem nos campi universitários.

Margarida Isaías garantiu aos novos alunos que estes serão os melhores anos das suas vidas e que a Associação está empenhada em ajudar na resolução dos problemas de todos os estudantes.

Pedro Nuno Teixeira, começou por afirmar que a chegada dos novos alunos “é o dia mais importante para a UMinho”, pois são os novos alunos que “mantém vivas as universidades”, disse. Realçando o valor da Universidade para a região e para o país, referiu que a instituição dá “perspetiva de futuro às cidades, ao país e ao ensino superior”.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Welcome Day deu as boas-vindas aos estudantes de intercâmbio na UMinho

Welcome Day deu as boas-vindas aos estudantes de intercâmbio na UMinho

São cerca de 200 estudantes de 23 países que neste primeiro semestre escolheram a Universidade do Minho (UMinho) para fazer o seu intercâmbio. Para os receber, a Universidade preparou um programa de acolhimento (Welcome Day), iniciativa que visou a melhor integração de todos.

 

Com sessões de apresentação e informação sobre a Academia, Serviços, valências e iniciativas que podem aceder e usufruir durante a sua estadia na UMinho, os estudantes internacionais em intercâmbio forma recebidos, durante a manhã, pela vice-reitora para a Educação e Mobilidade Académica, Filomena Soares e pela diretora do Serviço de Apoio à Internacionalização, Ana Esteves.

Na sua mensagem de boas-vindas, a vice-reitora patenteou a ideia de que devem aproveitar a permanência na UMinho, não só para “saírem daqui mais ricos em termos de conhecimento técnico-científico”, mas para aproveitarem para levar na bagagem outras vivências que não só o estudo “é quase um crime não desfrutar das outras coisas que a Universidade vos oferece, sejam elas atividades desportivas, culturais ou recreativas. Certamente terão tempo para tudo”, disse.

Também a diretora do Serviço de Apoio à Internacionalização apelou para aproveitarem a passagem pela Academia minhota, pela região e pelo país para viverem as mais “diversas experiências”. Na apresentação feita pela responsável, os participantes ficaram a conheceram mais sobre a Universidade, a qual tem 12 Escolas/Institutos e cerca de 20.000 alunos, entre os quais se contam cerca de 3000 estudantes internacionais (a frequentar um curso conferente de grau), sendo que envia e recebe cerca de 1000 estudantes, por ano, em intercâmbio.

Ana Esteves enumerou ainda 10 factos que fazem da UMinho uma referência a nível nacional e internacional.

Após o Coffee break, os estudantes assistiram à apresentação de algumas das valências e iniciativas da UMinho, como os Serviços de Apoio às Atividades de Educação, os Serviços dos Sistemas de Informação e Comunicações, os Serviços de Documentação e Bibliotecas, os Serviços de Ação Social, a Associação Académica, a Erasmus Student Network – Minho, a Associação de Psicologia, o programa Tutorias por Pares, o curso de Português Língua Estrangeira – BabeliUM e a Provedoria do Estudante.

Após o almoço na cantina, os participantes partiram à descoberta do “campus”, num peddy-paper com a colaboração da AAUMinho e da Erasmus Student Network – Minho.

Os cerca de 200 estudantes vieram da Alemanha, Brasil, Espanha, Japão, Lituânia, Países Baixos, Reino Unido, Roménia, Tunísia e Uruguai.

Ana Marques

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SASUM renovam Site e alargam prestação de serviços digitais

Plataformas Digitais SASUM

SASUM renovam site e alargam prestação de serviços digitais

Vai ser possível comprar senhas de refeição, serviços desportivos, agendar consultas, consultar histórico ou reservar espaços à distância, de forma desmaterializada, rápida e segura.

Os Serviços de Acção Social da Universidade do Minho têm um novo site que funciona como porta de acesso a uma oferta renovada dos seus canais e plataformas digitais, aumentando os serviços a disponibilizar por esta via.

A renovação do site www.sas.uminho.pt pretendeu tornar a navegação mais prática e intuitiva, promovendo maior rapidez de acesso e consulta de informação para todos os visitantes, ao mesmo tempo que passou a incorporar o portal SASUM que permitirá aceder a serviços que até agora eram apenas prestados presencialmente ou por telefone.

Para além da renovação e modernização do site www.sas.uminho.pt , os SASUM aumentaram a abrangência dos serviços online com o desenvolvimento de uma aplicação móvel.

 

Através do Portal dos SASUM e da Aplicação móvel, será possível:

– Aceder a informações sobre candidaturas a bolsas de estudo e alojamento

– Agendamento de consultas médicas

– Agendamento de avaliações físicas e planos de treino

– Reservas de aulas fitness e de instalações desportivas

– Marcação e compra de refeições de cantina

– Acesso a campanhas, descontos e preços especiais para a comunidade académica

A aplicação está disponível e pode ser descarregada para sistema Android e iOS

Registe-se já!

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Supercomputador Deucalion foi inaugurado na UMinho

Supercomputador Deucalion foi inaugurado na UMinho

O supercomputador português foi inaugurado no passado dia 6 de setembro, na Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho, no campus de Azurém, em Guimarães. A sessão contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, que disse tratar-se de um passo no sentido de transpor o “Made in” para o “Created in Portugal”.

A inauguração contou ainda com a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, da Presidente da FCT, Madalena Alves, do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, entre outras personalidades.

O Deucalion custou perto de 20 milhões de euros, dos quais 35% provém da União Europeia e os restantes 65% do orçamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Este é o mais rápido de sempre e estará acessível à comunidade académica, empresas e administração pública.

O Deucalion é o sétimo supercomputador da European High Performance Computing (EuroHPC) instalado na União Europeia, e o recurso computacional mais potente e avançado em Portugal.  Com 26 toneladas, está previsto que este supercomputador tenha capacidade para executar 10 milhões de biliões de cálculos por segundo, visando acelerar a produção de ciência e inovação de excelência em Portugal em domínios como inteligência artificial, medicina personalizada, design de fármacos e novos materiais, observação da Terra e oceanos, combate às alterações climáticas e fogos, criação de smart cities, ordenamento do território, mobilidade e veículos autónomos são alguns exemplos. O novo equipamento significa assim um salto para a ciência portuguesa na capacidade de cálculo e na velocidade com que analisa dados ou problemas, ou seja, o supercomputador demora uma hora a analisar um problema que um computador portátil demoraria 20 ou 30 anos.

Este agregado computacional ocupa duas filas de 26 armários de dois metros de altura, pelo menos 1900 metros de fibra ótica e 2359 cabos de alta velocidade, que garantem a rapidez de processamento e um sistema de armazenamento de dados de alto desempenho, a par de uma alta eficiência energética. Apelidado como supercomputador “verde”, prevê-se que o Deucalion venha a consumir mais de um megawatt-hora, o equivalente à quantidade de eletricidade usada por cerca de 330 casas durante uma hora, porém, o objetivo é que não use qualquer fonte de energia fóssil.

Segundo António Costa “hoje temos condições que antes não tínhamos, condições essas que permitirão acelerar o processo de crescimento do país.  Temos um sistema científico e empresarial que nos garante que esta ferramenta não será em vão”, afirmou. Frisando que o Deucalion permite que Portugal “se orgulhe em estar na primeira linha da supercomputação europeia”.

Para Elvira Fortunato, a infraestrutura, “além de ser fundamental para responder às crescentes necessidades de processamento de grandes volumes de dados, permitirá a execução de simulações complexas e análises de dados de grande escala”.

O reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, destacou o significado do dia para a Universidade, e para todas as universidades, dado o papel decisivo que estas desempenham no desenvolvimento tecnológico do país e no progresso da ciência. “Assumimos esta instalação como uma oportunidade única para integrar comunidades e estruturar a investigação”, disse.

Neste momento, o Deucalion ainda não está a funcionar em pleno. De acordo com Rui Vieira de Castro, seguem-se testes em que “as comunidades científicas estão a ser mobilizadas”.

A FCT irá lançar concursos de acesso a esta infraestrutura e estão igualmente previstos programas específicos de apoio às Pequenas e Médias Empresas (PME), administração pública e permitir o acesso a tempo de cálculo para projetos já financiados. “O supercomputador está preparado para apoiar mais de 200 projetos por ano e multiplica por dez a capacidade de computação nacional”, referiu Madalena Alves.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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“A Gata paga, mas bufa” será o tema do Enterro da Gata’23

“A Gata paga, mas bufa” será o tema do Enterro da Gata’23

As Monumentais Festas do Enterro da Gata’23, organizadas pela Associação Académica da Universidade do Minho (AAUMinho), decorrerão de 5 a 12 de maio, no Altice Forum Braga. O evento cultural e recreativo foi apresentado ontem, dia 19 de abril, no Café-Concerto RUM by Mavy, em Braga, pela Presidente da estrutura estudantil, Margarida Isaías e pelas vice-presidentes dos departamentos Cultural, Recreativo e de Comunicação.

Na já habitual alegoria com a “Gata” mascote do evento, a representante máxima dos estudantes minhotos avisou que “a Gata se encontra nas ruas da amargura, num semblante visivelmente destratado e macérrimo, de humor enfezado, desgastado e agastado com o crescente aumento de preços e do custo de vida. Cumpridora dos seus deveres, “A GATA PAGA, MAS BUFA”! E de que maneira. Ecoam com vigor grunhos de descontentamento por onde passa”.

Elencando os problemas como as “propinas”, as “taxas e taxinhas”, o “exorbitante o custo dos materiais”, o “abusivo aumento do preço ora dos transportes, ora da alimentação, ora da sua parca habitação e demais necessidades”. “A Gata pode até ter sete vidas, mas não pode pagar pelas sete”, disse.

Como se não bastassem os problemas financeiros dos estudantes, a dirigente associativa expôs que “adiam-se medidas que se assumem como prioritárias e urgentes”. Apontando o “reforço da ação social e alargamento da sua cobertura”, a “redução das propinas ou a abolição das taxas e emolumentos” e “medidas concretas e eficazes de combate à inflação”. “A Gata por cá continua (…), não perspetivando com bons olhos o futuro, pelo menos o próximo”, afirmou.

Com os cabeças de cartaz, Slow J, Wet Bed Gang, Dillaz e T-Rex, as noites no Gatódromo serão acompanhadas pelos maiores nomes da música portuguesa, além da animação garantida pelos DJ’s. “Os estilos musicais e tipos de artista foram escolhidos de acordo com o que é, de momento, mais ouvido pelos estudantes. Tivemos em consideração os pedidos feitos pelos mesmos, inclusive através de um momento de auscultação nas redes sociais e temos tido, até agora, uma excelente reação aos artistas já revelados”, revelou Mariana Arezes, Vice-Presidente do Departamento Recreativo.

Ao nível cultural, as Monumentais Festas do Enterro da Gata são antecipadas pelas “Serestas”, atividade em que os grupos culturais percorrem a zona envolvente da Academia Minhota e dedicam serenatas aos estudantes que colocam a sua capa na varanda. No dia 5 de maio, será a vez do “Velório” e das “Serenatas” serem o ponto de partida para a semana académica. Além disso, será marcada pela “Imposição de Insígnias” e pela “Missa de Finalistas” durante o dia 6 de maio. Na quarta-feira, decorrerá o habitual “Cortejo Académico”. Pela primeira vez, será ainda integrado o “Cortejo dos Pequeninos” na programação, em que os finalistas do pré-escolar e do ensino primário vão desfilar, uma vez que eles são o futuro e é importante integrá-los desde cedo na cultura minhota.

A “Gata na Saúde” mantém-se nas festividades minhotas. Os estudantes de medicina, enfermagem e psicologia prestam auxílio aos estudantes em situações de mal-estar físico e também psicológico. Além disso, há ainda o “Ponto Seguro”, em que é prestado, em caso de necessidade, um apoio especializado a vítimas em risco de abuso, assédio ou qualquer outra situação que necessite de algum tipo de intervenção ou acompanhamento.

Por fim, mas não menos importante, vai decorrer o “UM Encontro”, em que uma instituição de caridade conhecerá um dos artistas do conceituado cartaz. A iniciativa vai proporcionar momentos inesquecíveis à nossa comunidade minhota, especialmente àqueles que mais precisam.

Cartaz do Enterro da Gata 2023

  • 5 de maio: Velório e serenatas
  • Dia 6 – Slow J e Lon3r Johny
  • Dia 7 – Grupos Culturais da UMinho
  • Dia 8 – Ana Malhoa e Quim das Remisturas
  • Dia 9 – T-Rex e Papillon
  • Dia 10 – Quim Barreiros e Kalhambeke
  • Dia 11 – Dillaz e vencedores do concurso ‘UMplugged’
  • Dia 12 Wet Bed Gang e Deejay Telio

Mais informações em: www.enterrodagata.pt/

Redação

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14 de abril – Dia Mundial do Café

14 de abril – Dia Mundial do Café

O café é a 2ª bebida mais consumida no mundo, sendo que Portugal se encontra no ranking dos 25 maiores consumidores.
 
Segunda a AICC, 80% dos portugueses consomem café todos os dias maioritariamente “expressos”. O estudo refere ainda que cada português bebe cerca de 2,5 chávenas de café diariamente, o que corresponde a um valor médio de consumo nacional de 4,73kg por pessoa a cada ano.

Esta bebida é conhecida por sua capacidade de ajustar seu foco e aumentar os níveis de energia, fator que se deve à cafeína.

Além de seus efeitos estimulantes, o café tem sido associado a vários benefícios para a saúde, entre os quais:

  1. Diminui a sensação de fadiga e sonolência

A cafeína presente no café estimula o sistema nervoso central, diminuindo a fadiga e aumentando os níveis de energia;

  1. Pode estar associado a um menor risco de diabetes tipo 2

Alguns estudos sugerem que o consumo de café regular pode estar associado a uma diminuição do risco de desenvolver diabetes tipo 2 a longo prazo.

  1. Pode estar associado a um menor risco de doenças degenerativas do cérebro

Embora os estudos não sejam claros, vários sugerem que o café pode ajudar a proteger contra certos distúrbios neuro degenerativos, como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson.

  1. Pode estar associado a um menor risco de depressão

Alguns estudos concluíram que beber café pode estar associado a um menor risco de depressão.

  1. Desempenho desportivo

O café é frequentemente usado como ajuda ergogénica por desportistas que procuram melhorar o desempenho e aumentar os níveis de energia. O café também promove a utilização da gordura corporal durante a prática de exercício físico.

  1. Controlo do peso corporal

Alguns estudos concluíram que o café pode alterar o armazenamento de gordura corporal o que pode ser benéfico para o controlo de peso. O seu acentuado efeito diurético também promove a perda de peso.

  1. Exerce uma ação vasodilatadora, estimulando a circulação sanguínea
  2. Estimula a secreção ácida do estômago, ou seja, ajuda à digestão

Vale a pena ressaltar que não é aconselhável tomar café durante a infância e adolescência e o seu consumo deve ser reduzido durante a gravidez e amamentação e em alguns casos específicos como doentes com hipertensão arterial, doenças de estômago, entre outras.

Ainda assim, beber café com moderação – cerca de 3 a 4 por dia – tem sido associado a vários benefícios para a saúde e o seu consumo é geralmente considerado seguro para a maioria dos adultos.

Opinião: Rita Fernandes 

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Subfinanciamento e falta de reconhecimento assinalados como os grandes entraves à excelência da EPsi

Subfinanciamento e falta de reconhecimento assinalados como os grandes entraves à excelência da EPsi

Os problemas foram expostos pelo Presidente da Escola de Psicologia da UMinho (EPsi), Miguel Gonçalves, na sessão comemorativa dos 14 anos da unidade orgânica, decorrida ontem, dia 12 de abril.
 
O subfinanciamento crónico, a falta de reconhecimento, a falta de docentes, a escassez de receitas, a exigência anual, pelo Estado, de um equilíbrio orçamental, são alguns dos problemas elencados pelo Presidente da EPsi e que vêm lesando a Escola no seu presente e colocando em causa o seu futuro, apesar disso, o responsável aponta o desejo de “fazer da EPsi uma Escola de excelência e tudo o isto implica”. 

Segundo Miguel Gonçalves, o subfinanciamento tem afetado a aposta da instituição nos seus projetos de investigação, “principalmente na falta de liquidez para executar projetos de investigação”, disse. Questionando sobre “qual o impacto do financiamento nacional do Orçamento do Estado (OE) aumentar à medida que se perdem estudantes e diminuir à medida que se tem mais estudantes?”, lembrando que “bastava que a lei do OE fosse atualizada para isto se resolver”, indicou. 

Além deste obstáculo, o presidente afirmou que “a psicologia tem um problema, uma relativa invisibilidade social”, assinalado que tanto a psicologia como e EPsi tem “dificuldade em mostrar a evidência científica que vai emergindo da nossa investigação”, realçando que a ordem dos psicólogos portugueses tem feito um trabalho “meritório na divulgação da informação científica”, mas existe dificuldade na apresentação da informação científica, “existindo falta de transparência e publicitação dos dados dos tratamentos psicológicos”. “Comunicar melhor a ciência que fazemos, bem como a prática que decorre desta, é um imperativo social”, afirmou. 

Em representação do Reitor da UMinho, o vice-reitor para a Inovação e Investigação, Eugénio Ferreira, realçou a “qualidade” do trabalho feito pela EPsi nas suas diversas áreas, educação, investigação e interação com a sociedade, afirmando que está neste momento em consulta pública “a criação da carreira de gestor de ciência e tecnologia”, que na UMinho irá enquadrar muitos dos investigadores que estão em contratos prestes a terminar, e dessa forma poderão prosseguir a sua atividade.

Explanando algumas das agendas que estão em curso na UMinho, desde a transformação na educação, reforço da qualidade da investigação e da inovação, promoção da cultura, interação e desenvolvimento do território, reforço da internacionalização, aposta na qualidade institucional e simplificação administrativa e reforma institucional, afirmou “tudo isto num quadro em que procuramos melhorar e garantir a estabilidade e autonomia financeira”. 

Sobre o contexto político nacional, expôs que estão em curso novos processos que “vão afetar a vida das Instituições de Ensino Superior”, tais como, a alteração da forma de acesso ao ensino superior, um novo modelo de financiamento das universidades, a revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), do estatuto da carreira docente universitária, do estatuto da carreira de investigação, da lei de graus e diplomas, “todo este contexto político vai certamente impactar, nos próximos tempos, a vivência da UMinho e das Instituições de Ensino Superior em Portugal” declarou. 

O programa de comemorações estendeu-se pelo dia todo, com duas palestras, a “Diversidade, incerteza e risco – os uns e os outros”, por Laborinho Lúcio e “Contributos da Psicologia para um ponto final à pobreza”, por Tiago Pereira, da direção da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Houve ainda lugar para entrega de prémios e reconhecimentos e uma breve atuação musical de alunos do mestrado em Psicologia Clínica e Psicoterapia de Adultos. 

Nascida em 2009, a EPsi tem 674 alunos inscritos em 13 cursos, 29 docentes, 26 investigadores e sete trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão.

Texto: Ana Marques

Fotos: Nuno Gonçalves

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Guias de Comunicação em Saúde da UMinho poderão ser internacionalizados

Guias de Comunicação em Saúde da UMinho poderão ser internacionalizados

O repto foi deixado pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, no lançamento dos Guias de Comunicação em Saúde para o Plano Nacional de Saúde (PNS) 2030, que decorreu ontem, dia 11 de abril, na Galeria do Paço da Reitoria da Universidade do Minho, em Braga.
 
A sessão serviu para a apresentação do PNS 2030 e dos dois Guias de Comunicação em Saúde que o complementam – Guia de Boas Práticas e o Guia de Comunicação – Áreas Especializadas, apresentações que estiveram a cargo de Graças Freitas, Ana Duarte Melo e Sara Balonas, respetivamente.

Por ser a única ferramenta do género na Europa que é acompanhada de uma componente de comunicação, a Diretora da DGS desafiou a Universidade do Minho a internacionalizar os dois Guias, indicando começar-se pela comunidade Lusófona.

A pró-reitora para a Comunicação Institucional da UMinho, Teresa Ruão, expôs que se está a apurar a possibilidade da tradução dos Guias para inglês, com vista à sua divulgação por outros países, sendo que é algo que poderá levar algum tempo.

Estes Guias são digitais e preveem atualizações, pelo que há espaço para feedbacks da parte de toda a comunidade.

Sobre os Guias, Ana Duarte Melo apresentou o Guia de Boas Práticas que “estabelece as bases de comunicação do PNS 2021-2030, apoiando o planeamento estratégico para a saúde sustentável, do nível nacional ao local”. “A sua natureza é operacional e o seu objetivo é facilitar e otimizar o processo de comunicação do PNS 2021-2030, capacitando os profissionais de saúde e outros parceiros para uma comunicação mais estratégica, eficiente e assertiva”, referem as autoras. O Guia de Comunicação – Áreas Especializadas, apresentado por Sara Balonas “integra, em conjunto com o Guia de Boas Práticas, as bases de comunicação do PNS 2021-2030, apoiando o planeamento estratégico para a saúde sustentável, com conhecimento mais aprofundado de técnicas, processos e práticas de determinadas áreas específicas de comunicação”.

Para Graça Freitas, os Guias de Comunicação em Saúde resultam de uma “feliz parceria entre a DGS e a UMinho”, salientando que “a comunicação é um tema demasiado sério para ser deixado ao acaso”. Considerando o trabalho da UMinho desenvolvido por cinco investigadoras do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) de “extraordinário”.

A diretora-geral da Saúde fez ainda uma breve apresentação do PNS 2030, que referiu ser “uma referência para o país”, indicando ter como finalidade “trabalhar para uma saúde sustentável” em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, visando “não deixar ninguém para trás”, disse.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Escola de Psicologia celebra hoje o 14º Aniversário

Escola de Psicologia celebra hoje o 14º Aniversário

A Escola de Psicologia da Universidade do Minho (EPsi) comemora o 14º Aniversário esta quarta-feira, com uma cerimónia às 14h30 no seu auditório multimédia, no campus de Gualtar, em Braga.
 
A sessão solene conta com a palestra “Contributos da Psicologia para um ponto final à pobreza”, por Tiago Pereira, da direção da Ordem dos Psicólogos Portugueses. O momento inclui também uma intervenção de Laborinho Lúcio, que é juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça, escritor, professor e ex-ministro. 
 

O programa prossegue depois com a entrega de prémios e reconhecimentos, além dos discursos da presidente da Associação de Estudantes de Psicologia da UMinho, Mariana Magalhães, do Presidente da EPsi, Miguel Gonçalves, e do Vice-reitor da UMinho, Eugénio Campos Ferreira. Prevê-se ainda um vídeo sobre a Escola e uma breve atuação musical de alunos do mestrado em Psicologia Clínica e Psicoterapia de Adultos.

As comemorações começam mais cedo, às 11h30 e no mesmo local, com a conferência inaugural “Diversidade, incerteza e risco – os uns e os outros”, por Laborinho Lúcio. A moderação cabe a Maria do Céu Taveira, coordenadora do Laboratório de Aprendizagem, Instrução e Carreira do Centro de Investigação em Psicologia (CIPsi).

Fonte: GCI