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XVIII CIDADE BERÇO

XVIII CIDADE BERÇO

A Afonsina – Tuna de Engenharia da Universidade do Minho traz de volta à cidade de Guimarães o Cidade Berço – Festival de Tunas Académicas.  O evento cultural decorre a 1 e 2 de março. 

Desde a sua primeira edição, ainda em 1999, o Cidade Berço tem permitido apresentar à comunidade vimaranense e minhota as vivências, os costumes e tradições de várias tunas do nosso país, acompanhadas pela musicalidade que caracteriza esses grupos de estudantes. O sucesso deste certame tem-se traduzido numa crescente aderência da cidade nas celebrações ao longo dos dois dias que o constituem. Mais de 200 participantes vêm sendo agraciados com uma adesão impressionante no Largo da Oliveira e no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, o que promove a qualidade do espetáculo produzido pelos mesmos.

Além da tuna anfitriã e de quatro grupos culturais da academia minhota, este ano participarão tunas de Lisboa, Covilhã e Viseu.

O evento divide-se em dois momentos distintos:
• Sexta-feira, dia 1 de março, às 21h30, no Centro Histórico de Guimarães: Noite de Serenatas de entrada gratuita com a participação das tunas a concurso e extraconcurso.
• Sábado, dia 2 de março, às 21h30, no Grande Auditório do Centro Cultural de Vila Flor: Noite de Espetáculo com a participação da tuna anfitriã e das tunas a concurso.

Os bilhetes para a Noite de Espetáculo já se encontram à venda, podendo ser adquiridos no Espaço Recurso da Universidade do Minho, na FNAC, Bilheteira Online e postos aderentes.

Todas as informações sobre este evento podem ser consultadas nas redes sociais da Tuna Afonsina.

Texto: Afonsina

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Afonso Silva tomou posse como presidente da ARCUM

Afonso Silva tomou posse como presidente da ARCUM

Os novos Órgãos Sociais da Associação Recreativa e Cultural da Universidade do Minho (ARCUM), tomaram posse no passado dia 26 de janeiro de 2024. A cerimónia contou com a presença de entidades convidadas, representantes de outros grupos culturais e de sócios da própria associação.

Afonso Silva assume o cargo de presidente da ARCUM com “gratidão” e “humildade”, como o próprio indica. Apesar da direção jovem que o acompanha, Afonso refere que isso não é uma limitação, mas sim a renovação de uma nova energia do núcleo da associação, sendo que esta direção conta ainda com a orientação dos mais experientes.

Quanto aos objectivos para este mandato, o novo presidente pretende fortalecer as relações entre os diversos grupos culturais inseridos na ARCUM, através da dinamização de iniciativas como o Retiro ARCUM e uma Digressão ARCUM. Ao longo do seu discurso apresentou, também, os planos de actividades, dos grupos inseridos na associação, para o ano de 2024.

Outro objectivo mencionado por Afonso Silva retrata o estado actual das instalações da sede da ARCUM, prometendo continuar a lutar com o avanço da nova sede e lutar pelas necessidades estruturais que contribuam para o bom funcionamento dos grupos culturais. O novo presidente da associação, refere também a importância de expandir a rede de parceiros e entidades colaboradoras para o apoio dos diversos projectos que realizam.

Afonso encerra o seu discurso na tomada de posse agradecendo à antiga presidente Mariana Teófilo e restante direção cessante pelo trabalho incansável realizado e promete um mandato “marcado pelo trabalho árduo e pela construção de pontes.”.

Texto: ARCUM

Foto: ARCUM

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“Os grupos culturais têm como missão inspirar a Universidade e os universitários …”

“Os grupos culturais têm como missão inspirar a Universidade e os universitários …”

Com o objetivo de cumprir a tradição dos fados nas Serenatas da Academia, o Sina nasceu a 1 de março de 2022, sendo o grupo mais recente da Universidade do Minho (UMinho).

​O Sina é um grupo de Fados com influência do Fado de Coimbra e de Lisboa, mas que se distingue pela intenção de desenvolver o Fado do Minho e de o dar a conhecer à sua população. O grupo nasceu após o repto lançado pela Associação Académica da Universidade do Minho. Dez alunos da UMinho, Beatriz Torres, Daniela Sousa, Francisca Alves, Inês Ferreira, João Monteiro, Margarida Pereira, Maurício Vale, Nuno Mendes, Pedro Belo e Ricardo Remelgado, juntaram-se para e criaram o grupo que agora faz sucesso.

O UMdicas esteve à conversa com a direção do grupo para saber mais sobre o Sina, sobre a sua origem, trajeto, sobre os seus projetos e sobre o seu futuro.

De que é feito este grupo e como se caracterizam?

Neste momento, o grupo é constituído por alunos e ex-alunos da UMinho, caracterizados pelo seu interesse e paixão pelo fado e todas as suas tradições.

Como descrevem o vosso trajeto e que balanço fazem?

O nosso trajeto tem sido de procura constante por evolução, por desafios e crescimento artístico.

Em que se destaca e diferencia o Sina dos outros grupos culturais?

O Sina destaca-se de outros grupos de fados pela abertura a qualquer aluno ou ex-aluno da UMinho, e não apenas masculino como acaba por ser mais usual. Destaca-se, também, pela procura constante pela inovação, por não se restringir a um estilo de fado específico, assim como pela procura por uma linguagem própria no fado enraizada na cultura minhota.

Participam em espetáculos e eventos muito diferenciados. Como caracterizam as vossas performances em palco? O que trouxeram e trazem ao panorama cultural da Universidade?

Participamos em espetáculos em vários tipos de recintos. Para além das atuações académicas, fazemos também atuações noutro tipo de eventos, tanto públicos como privados. Tendo também participado em eventos de solidariedade. Procuramos sempre abordar o fado no seu todo e em todas as suas facetas, assim como demonstrar que é possível criar novas culturas musicais e artísticas.

Por quantos elementos é constituído o grupo atualmente, e quem pode fazer parte dele?

Atualmente, o grupo é constituído por 12 membros, sendo que também se procede consistentemente ao ensino e integração de futuros membros. Qualquer atual ou antigo aluno da Universidade do Minho pode fazer parte do grupo.

No vosso percurso, quais os momentos e participações que destacam? Qual o vosso ponto alto do ano?

Há que destacar duas atuações recentes: a atuação nas Serenatas Velhas, neste último mês de outubro, e a atuação nas Estrelas ao Sábado, um programa na RTP, onde conseguimos passar à próxima etapa da competição. Estas terão sido, até agora, os pontos altos do nosso ano.

Quais os projetos do grupo mais importantes a curto/médio prazo?

A curto/médio prazo, para além das atuações ligadas ao calendário académico, procuramos estender o nosso leque de atuações (não só na nossa região como pelo país) e começar a criar uma cultura de fado na cidade de Braga.

A dinamização do grupo, torná-lo cada vez mais atrativo é, provavelmente, um dos vossos grandes objetivos. O que têm a dizer aos interessados em fazer parte do grupo?

Gostaríamos de dizer que têm toda a abertura não só para fazer parte do grupo, mas, também, para entrar em contacto com o grupo e partilhar o amor que temos por esta música.

Qual é maior sonho do Sina? O que ainda não fizeram e gostavam de concretizar?

O maior sonho do Sina é podermos passar a nossa mensagem e a nossa paixão a todos os que nos ouvem.

Como veem o panorama dos grupos culturais universitários em Portugal e a nível internacional?

A qualidade e a projeção dos grupos culturais tem crescido cada vez mais, em grande parte devido ao ótimo trabalho desenvolvido e ao apoio que têm recebido ao longo dos anos. São, hoje em dia, um estandarte do que a Universidade do Minho representa.

Como analisam o contexto dos grupos culturais na vida da Universidade e de um universitário?

Os grupos culturais têm como missão inspirar a Universidade e os universitários, criar e cristalizar a identidade da instituição que os acolhe, assim como representar os seus valores em todas as oportunidades que lhes forem providenciadas. Servem como um lembrete de que a experiência académica vai muito além do estudo, sendo também feita de amizade, acolhimento e da exploração das coisas que verdadeiramente nos fazem felizes e completos.

Uma mensagem à comunidade académica?

Gostaríamos de agradecer todo o apoio e presença que a comunidade académica nos tem prestado e continuaremos a trabalhar para que todas as nossas atuações sejam cada vez melhores, e sempre memoráveis. E a qualquer interessado em entrar no grupo, que entre em contacto com o grupo através das redes sociais.

Texto: Ana Marques

Foto: AAUMinho

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TUIST ganha o XXVIII CELTA

TUIST ganha o XXVIII CELTA

No fim de semana de 8 e 9 de dezembro, a Azeituna abriu as portas do Theatro Circo para mais um CELTA – Certame Lusitano de Tunas Académicas. O espetáculo  foi marcado pela homenagem ao ex-reitor e azeituno honorário António Guimarães Rodrigues.

Nesta 28ª edição do festival temático, as tunas participantes foram mais uma vez desafiadas a desenvolver uma apresentação de acordo com o tema do certame, oferecendo assim um espetáculo repleto de novidades e interpretações únicas. A sala principal do Theatro Circo ultrapassou os 90% de lotação em ambas as noites de espetáculo.

De modo a cumprir o tema, as tunas apresentaram um repertório de pelo menos quatro continentes diferentes do globo, completando assim uma autêntica volta ao mundo. Mais uma vez, as tunas participantes dedicaram-se entusiasticamente ao tema, fazendo desta edição do CELTA um espetáculo único.

A Azeituna, como tuna anfitriã, abriu o espetáculo na sexta-feira, e fechou o festival no seu segundo e último dia. O certame foi marcado pela homenagem feita ao falecido ex-reitor e Azeituno Honorário, António Guimarães Rodrigues, na atuação da Azeituna no espetáculo de sábado, dia 9 de dezembro.

O concurso contou com a participação de:

  • TUP(Tuna Universitária do Porto);
  • EUL (Estudantina Univeritária e Lisboa);
  • Desertuna (Tuna Académica da Universidade da Beira Interior);
  • TUIST (Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico);
  • EUC (Estudantina Universitária de Coimbra);
  • TAIPCA(Tuna Académica do Instituto Politécnico do Cávado e Ave);

A extraconcurso participou a Azeituna e a TUM (Tuna Universitária do Minho), e ainda o CAUM (Coro Académico da Universidade do Minho) como grupo convidado.

Os prémios foram atribuídos pelo Júri no final do segundo dia do Certame, e as respetivas tunas vencedoras foram as seguintes:

– Grande Prémio CELTA Volta ao Mundo: TUIST

– 2ª Melhor Tuna: EUC

– 3ª Melhor Tuna: EUL

– Melhor Solista: TUIST

– Melhor Instrumental: EUC

– Melhor Pandeireta: Desertuna

– Melhor Porta-Estandarte: EUL

– Tuna mais Tuna: EUL

 

Texto: Azeituna

Foto: Azeituna

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“Canto a Vozes” já é Património Nacional

“Canto a Vozes” já é Património Nacional

Tradição musical a três ou mais vozes foi registada no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Próximo passo é a candidatura a património da UNESCO. 

A candidatura do “Canto a Vozes”, liderada pelos grupos da Associação de Canto a Vozes – Fala de Mulheres foi reconhecida esta quinta-feira como parte integrante do Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Salienta-se a importância histórica desta prática e a sua presente valorização social e cultural, tornando-a uma referência patrimonial nos territórios de influência, sobretudo no norte e centro do país.

A Associação de Canto a Vozes – Fala de Mulheres criada em 2020 para defesa dos interesses dos grupos que formalmente ou informalmente cantam a três e mais vozes um repertório legado pela sociedade agrária tradicional, contabiliza mais de 60 grupos associados que cantam, na sua maioria, a três ou mais vozes. Em representação do concelho de Braga, esta associação conta com a participação do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, da Rusga de Merelim S. Paio e do grupo de cantares “Mulheres do Minho”.

A candidatura ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial foi reforçada em março de 2020 por cerca de 360 vozes que se reuniram em Viana do Castelo para caracterizar esta manifestação cultural existente em diferentes localidades das regiões Centro e Norte do país. Passado de geração em geração, as polifonias tradicionais ganham voz por grupos de mulheres ou mistos, que, em pleno século XXI, se tornou uma expressão artística e um património imaterial que reforça a identidade local.
O GFUM, que tem dado cada vez mais destaque ao “Canto a Vozes”, também conhecido como canto polifónico tradicional, faz com que esta prática esteja sempre presente na sua atividade corrente, realizando anualmente vários eventos onde este património é o grande destaque. A passagem de testemunho e aprendizagem pelas gerações mais novas desta forma de cantar tem sido trabalhada pelo grupo na sua atividade regular.

Os concertos “Canção Bracarense” e “Quem canta seus males espanta” são exemplos que evidenciam que as polifonias tradicionais estão em destaque, garantindo salas cheias para ouvir e apreciar estes registos. Além destes eventos, o GFUM tem lançado mensalmente uma cantiga nas suas redes sociais, na rúbrica “Cantos destes cantos”, mostrando o vasto manancial de recolhas, que tem sido cada vez mais acolhida pelo público.

Texto: GFUM

Foto: GFUM

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XXVIII Puer Natus Est

XXVIII Puer Natus Est

A 28.ª edição do tradicional concerto de Natal solidário Puer Natus Est realiza-se 16 de dezembro, pelas 21h30, na Sé Catedral de Braga, e tem entrada gratuita.

O Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) alia-se à Cruz Vermelha de Braga para celebrar o Natal, no seu concerto de Natal solidário, XXVIII Puer Natus Est. Organizado anualmente pelo CAUM, é já uma tradição que tem vindo a marcar a quadra natalícia bracarense.

“Este é o concerto de eleição do CAUM, aquele que, todos os anos, mais prazer nos dá organizar”, confessa Armando Queirós, presidente da Direção do CAUM, referindo ainda que se trata de “um evento único na cidade de Braga, no qual tentamos conciliar todo o espírito natalício: os mais belos cânticos de Natal; as doces vozes do coro infanto-juvenil convidado; a reunião familiar de todos aqueles que, ano após ano, nos acompanham; a associação a uma causa solidária…”.

Nesta edição, para ajudarem a aquecer o serão e a preenchê-lo de muita música, o Puer Natus Est contará com a participação dos Jovens Cantores de Guimarães, dirigidos pela Maestrina Janete Ruiz, e ainda da Camerata Minhota, um grupo de música de câmara formado por estudantes da Universidade do Minho, ao comando de José Tatá.

Numa época em que é urgente cantar a paz, o amor e a união, o coro convida o público a cooperar numa recolha de bens alimentares, que no fim do espetáculo serão entregues à Cruz Vermelha de Braga.

Com uma mudança significativa na sua liderança com a chegada do novo maestro, César Freitas. A transição marca um novo capítulo na história do CAUM, trazendo consigo expectativas e entusiasmo para o futuro.

O CAUM foi fundado em 1989 pelo Maestro Fernando Lapa, que o dirigiu de forma exemplar até agosto de 2004. Desde então, passaram pelo lugar vários profissionais, com destaque, Rui Paulo Teixeira, entre 2006 e 2017, e Sílvio Cortez, de 2018 a 2022. No último ano letivo (2022/2023), foi Cosme Campinho quem assegurou a regência do coro.

Texto: Redação

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Bernardo Cruz e João Moreira vencem Prémio Victor de Sá de História Contemporânea

Bernardo Cruz e João Moreira vencem Prémio Victor de Sá de História Contemporânea

O Conselho Cultural da Universidade do Minho acaba de atribuir, ex-aequo, o Prémio Victor de Sá de História Contemporânea 2023 aos investigadores Bernardo Cruz e João Moreira, da Universidade Nova de Lisboa, sendo a menção honrosa para José Miguel Ferreira, da mesma academia. A cerimónia de entrega do galardão, o mais prestigiado para jovens investigadores da área em Portugal, realiza-se a 14 de dezembro, às 15h00, na Reitoria da UMinho, em Braga.

 

Esta 32ª edição voltou a ter muitos participantes, na maioria com teses doutorais, o que revela o prestígio da iniciativa e a vitalidade da historiografia portuguesa contemporânea. O júri do Prémio foi presidido pela professora Fátima Moura Ferreira (UMinho), tendo como vogais os professores Irene Vaquinhas (Universidade de Coimbra) e Sérgio Campos Matos (Universidade de Lisboa).

 

Bernardo Cruz foi distinguido pela obra “As origens institucionais da moderação da violência: regedorias e políticas de concentração em Angola (1914-1974)”. O trabalho permite compreender melhor a política colonial portuguesa no século XX, sobretudo em Angola. Por exemplo, houve uma intensa política de transferência de populações africanas, identificada como “aldeamentos” ou, na luta anticolonial, como “campos de concentração”.

 

João Moreira foi também laureado pela sua tese doutoral, “Intelectuais portugueses e a ideia de esquerda num tempo de transição (1968-1986) – Os casos de António José Saraiva, Eduardo Prado Coelho e João Martins Pereira”. A sua pesquisa enquadrou os três intelectuais nas transformações daquele período e comparou a reflexão que fizeram em aspetos como marxismo, socialismo e esquerda, com base em debates internacionais, publicações e documentos inéditos daqueles autores.

 

A menção honrosa coube a José Miguel Ferreira e à sua tese “As novas conquistas: agricultura, florestas e colonialismo em Goa (c. 1763-1912)”. O estudo analisou a diversidade de projetos de governo e colonização do espaço designado por “novas conquistas” em Goa, ao longo de 150 anos.

 

Este Prémio foi instituído há 32 anos, com base numa doação do professor e historiador Victor de Sá (1921-2004), sendo reconhecido como de manifesto interesse cultural pela Secretaria de Estado da Cultura e apoiado também por mecenas públicos e privados. Em edições anteriores foram laureados com o prémio vários investigadores que se tornaram uma referência, como Fernanda Rollo, José Neves, Miguel Cardina e Cláudia Ninhos.

 

Texto: GCI

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Concerto “Quem canta seus males espanta”

Concerto “Quem Canta seus males espanta” acontece este domingo

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM) organiza a quarta edição do concerto “Quem canta seus males espanta” este domingo, dia 19 de novembro, pelas 15h30, na Igreja da Misericórdia, em Braga.

Depois do sucesso das edições anteriores, o GFUM volta a organizar este concerto que tem como objetivo a promoção e a divulgação do canto polifónico a capella, que se está a candidatar a Património Cultural Imaterial Nacional, através da candidatura do “Canto a Vozes”.

O concerto reúne vários grupos com este trabalho de salvaguarda e valorização e contará com as atuações das polifonias do GFUM, Rusga de Merelim S. Paio e Cantadeiras do Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto.

O evento será encerrado com um coro de comunidade, para o qual o grupo organizador convidou o público em geral para aprender os cantares polifónicos tradicionais, de forma a juntar vozes de diferentes grupos e realidades entre cantadores e cantadeiras, evidenciando as polifonias da região.

O evento integra as comemorações do 30º aniversário do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, no projeto “Voltas da Tradição”.

Texto: GFUM

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Tunas femininas regressam a Braga para festival internacional

Tunas femininas regressam a Braga para festival internacional

O Tunão – Festival de Tunas Femininas, regressa a Braga já nos dias 17 a 19 de novembro, para a sua 7ª edição consecutiva, desta vez em formato internacional.

O festival organizado pela Tun’ao Minho – Tuna Académica Feminina da Universidade do Minho, promete voltar a esgotar o Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho e levar o melhor dos espetáculos estudantis ao palco do grande auditório do Altice Forum Braga.

Festival de Tunas Femininas apresenta-se na sua 1ª edição internacional

Já com sete edições realizadas na ainda curta história de vida da Tun’ao Minho – celebram 11 anos no fim de semana do festival – o Tunão está de volta para trazer toda a animação bem característica das tunas à cidade de Braga.

 

Ao longo de quatro dias marcados por vários eventos inseridos na programação deste festival de tunas femininas, o centro histórico promete vivenciar uma verdadeira “invasão” de estudantes, que têm em comum a sua paixão pela música.

Este ano, a Tun’ao Minho surpreende com a primeira edição internacional deste festival, que contará com uma tuna do nosso país vizinho: Espanha. No entanto, poderá assistir às apresentações de um total de dez tunas (5 extraconcurso, 4 a concurso e a tuna organizadora), distribuídas ao longo dos vários eventos.

Em jeito de aquecimento, já hoje, dia 15, o Largo dos Peões – nas imediações da Universidade do Minho – recebe um arraial que aproxima o festival de todos os estudantes da academia minhota. O Arraial Tasc’a Piela conta com a participação da Tun’ao Minho, Bomboémia, Augustuna e Azeituna.

 

Na sexta-feira, dia 17, para além da celebração dos 11 anos da Tun’ao Minho, poderá assistir à Noite de Serenatas a Braga, que se realiza no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho. A entrada é gratuita, mas os lugares são limitados, pelo que aconselhamos a não deixar para a última a decisão de assistir. É também uma oportunidade para visitar esta sala histórica, enquanto assiste às melodias das tunas a concurso e extraconcurso desta noite: a Tuna Universitária do Minho e Tun’Obebes – Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho.

Por último, e possivelmente o evento mais importante de todo o festival, o espetáculo com as tunas a concurso, que se volta a realizar no grande auditório do Altice Forum Braga.

Ao longo de três horas, assistirá ao melhor das tunas académicas, numa apresentação com a energia tão característica dos estudantes.

Este ano, com a participação da Vibratuna (Vila Real), Tuna Feminina de Economia do Porto, TFIPCA (Barcelos) e a Tuna Feminina de Medicina de Valência (Espanha). Conta ainda com a atuação da tuna extraconcurso deste ano, a Afonsina – Tuna de Engenharia da Universidade do Minho e com a apresentação do grupo Página Solta.

No domingo, a zona universitária volta a acolher as tunas convidadas para um convívio em modo de despedida.

Ano após ano, o Tunão continua a crescer

O principal dia de espetáculo acontece muito antes da noite cair. No Parque S. João da Ponte, poderá encontrar a tenda que, durante toda a tarde, acolherá inúmeras atividades. Desde uma oficina de percussão promovida pelos Bomboémia, até à campanha de adoção por parte da ADAAVV – Associação para a Defesa dos Animais e Ambiente de Vila Verde, inserida na causa solidária deste ano e que irá apoiar os animais desta associação através da recolha de alimentos e outros bens.

A edição passada contou com uma assistência recorde de 700 pessoas e a Tun’ao Minho quer estabelecer um novo patamar com o evento deste ano, tentando inovar de modo a atrair um público maior. A coorganização do Tunão – Festival de Tunas Femininas, cabe à ARCUM – Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho.

Texto: Tun’ao Minho

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XXXII FITU Bracara Avgvsta – Festival Internacional de Tunas Universitárias

XXXII FITU Bracara Avgvsta - Festival Internacional de Tunas Universitárias

A Tuna Universitária do Minho e a ARCUM – Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho voltam mais uma vez a organizar o seu Festival Internacional de Tunas Universitárias (FITU) entre dias 27 e 30 de abril, na cidade de Braga. Este ano o evento contará com a participação de tunas nacionais e da vizinha Espanha.
 
O Festival volta a contar com duas noites de espetáculo no Theatro Circo, nos dias 28 e 29 de abril. Para além disso, regressa também a solene Serenata à Cidade de Braga, na noite de quinta-feira, dia 27 de abril, e o Pasacalles (desfile das tunas) no centro histórico da cidade durante a tarde de sábado do dia 29 de abril. Para além disso, o after-party do festival volta também a acontecer na discoteca Sardinha Biba.

Este ano, o festival conta com a participação da Hinoportuna – Tuna Académica do IPVC (Viana do Castelo) – vencedora da última edição, a Tuna de Medicina do Porto, a Estudantina Académica de Castelo Branco, a Tuna-MUs – Tuna Médica da Universidade da Beira Interior e a Tuna de Ciências de Granada (Espanha). Como é habitual, também participam como grupos extraconcurso a Azeituna – Tuna de Ciências da Universidade do Minho e a Afonsina – Tuna de Engenharia da Universidade do Minho, e a apresentação estará a cargo da tuna organizadora e dos Jogralhos – Grupos de Jograis da Universidade do Minho.

Programação:

Quinta, 27 de abril
22:00 Serenata à Cidade de Braga (Centro Histórico – Sé)
00:30 After-Party (Bar Académico Braga)

Sexta, 28 de abril
15:00 Verde de Honra (Tenda Theatro Circo))
21:00 Espetáculo XXXII FITU Bracara Avgvsta (Theatro Circo)
01:30 After-Party XXXII FITU Bracara Avgvsta (Discoteca Sardinha Biba)

Sábado, 29 de abril

12:00 Cerimónia de Receção dos Grupos Convidados (Salão Medieval da Reitoria, Largo do Paço)
13:00 Almoço-convívio (Largo do Paço)
15:00 Pasacalles (Centro Histórico)
17:00 Tradicional Batismo dos Caloiros (Largo do Paço)
21:00 Espetáculo XXXII FITU Bracara Avgvsta (Theatro Circo)
01:30 After-Party XXXII FITU Bracara Avgvsta (Discoteca Sardinha Biba)

Domingo, 30 de maio
13:00 Almoço-convívio (Café Carpe Noctem, Largo dos Peões)

Os bilhetes encontram-se já à venda na bilheteira do Theatro Circo, BOL.pt, Gabinete de Apoio ao Aluno UM, e postos de venda habituais.

Mais informações em www.fitu.pt

Link Bilheteira:

https://bol.pt/Comprar/Bilhetes/120636-xxxii_fitu_bracara_avgvsta-theatro_circo/

Fonte: Tuna Universitária do Minho