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GFUM lança CD de Polifonias a São João

GFUM lança CD de Polifonias a São João

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho vai lançar um novo álbum discográfico, dedicado aos cantares polifónicos tradicionais a São João. O concerto decorre hoje, dia 22 de junho, pelas 15h00, no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho, em Braga e revisitará os vários temas sanjoaninos, dos cancioneiros tradicionais.

Este trabalho discográfico é lançado no dia de aniversário do GFUM que comemorará 31 anos na salvaguarda e promoção das tradições do Baixo Minho, de forma particular na divulgação do “Canto a Vozes”, reconhecido recentemente como Património Cultural Imaterial Nacional. O concerto contará com a atuação da Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga, dando visibilidade aos vários patrimónios da cidade.

Este lançamento integra o conjunto de medidas de salvaguarda das polifonias tradicionais, que o Grupo Folclórico da Universidade do Minho tem levado a efeito no âmbito do projeto cultural “Voltas da Tradição”. O projeto a apresentar conta com o apoio do Município de Braga e Universidade do Minho e integra o programa das Festas de São João de Braga onde o grupo começou a sua atividade, em 1993.

Texto: GFUM

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Concerto de Primavera da Orquestra da UMinho a 20 de junho

Concerto de Primavera da Orquestra da UMinho a 20 de junho

A Reitoria da Universidade do Minho e a Comissão Comemorativa dos 50 anos da Universidade do Minho oferecem a toda a comunidade académica o Concerto de Primavera da Orquestra da UMinho. A iniciativa acontece a 20 de junho e insere-se no programa comemorativo de celebração do 50º aniversário da UMinho.

A direção musical de orquestra neste espetáculo está a cargo do maestro Vítor Matos e no piano estará Ângelo Martingo, ambos professores do Departamento de Música da UMinho. O programa inclui a Sinfonia nº 5, Op. 67 e o Concerto para piano e orquestra Op. 58, de Ludwig van Beethoven.

O espetáculo acontece no Salão Medieval da Reitoria, no Largo do Paço, em Braga, pelas 21h30 e toda a nossa comunidade está convidada a participar neste momento de cultura e de celebração.

Texto:GCI

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Tuna de Medicina do Porto é a grande vencedora do XXXIII FITU Bracara Avgvsta

Tuna de Medicina do Porto foi a grande vencedora do XXXIII FITU Bracara Avgvsta

Foram quatro dias onde Braga se encheu de alegria, música e espírito tunae com o decorrer da 33ª edição do FITU Bracara Avgvsta. O festival internacional de tunas, organizado pela Tuna Universitária do Minho (TUM) findou no dia 28 de abril com o habitual convívio das tunas participantes e a conclusão da distribuição de prémios.

A Tuna Universitária de Aveiro e a Tuna da Universidade Católica do Porto dividem os prémios do naipe de espetáculo, sendo galardoados com os prémios de “Melhor Estandarte” e “Melhor Pandeireta”, respetivamente. Segue-se a TUIST, que leva para a capital os prémios de “2ª Melhor Tuna”, “Melhor Pasacalles”, “Melhor Solista” e “Melhor Instrumental”. Por último, os grandes vencedores da noite, a Tuna de Medicina do Porto que arrecadou não só o prémio  “Prémio 25 de Abril – Município de Braga”, atribuído em conjunto com a Câmara Municipal de Braga, à tuna com a melhor interpretação alusiva ao 25 de abril, como também os prémios de “Melhor Tuna”, o mais cobiçado da noite, e o “Prémio Banessa – Tuna Mais Tuna”, entregue no tradicional convívio de domingo no Carpe Noctem.

Em rescaldo do festival o magíster da TUM, Daniel Carvalho, deixou algumas palavras de agradecimento à comunidade bracarense e à comunidade académica por todo o apoio e carinho prestado durante o desenrolar do festival.
“É para nós, uma felicidade enorme ver a forma como a cidade de Braga abraça o FITU Bracara Avgvsta. Este ano, mais do que nunca, encaramos a organização do festival com um grande senso de responsabilidade, ao assumirmos a celebração dos 50 anos do 25 de abril. Esperamos que esta edição tenha feito jus ao espírito da Revolução dos Cravos e que os bracarenses tenham aproveitado estes quatro dias de celebração em honra de um dos maiores acontecimentos da nossa história nacional. A todas as tunas e grupos convidados, um bem haja e obrigado por aceitarem o nosso convite e por todo o espírito boémio que espalharam ao longo do festival. O FITU Bracara Avgvsta regressará no próximo ano, com a sua XXXIV edição e prometemos novidades e mais animação para a cidade de Braga”.

Texto: TUM

Foto: Alberto Queirós

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Voix sur l’Atlantique – Concerto coral

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Concerto "Voix sur l'Atlantique"

O coro francês Chorale Orféo, Musiques du Monde realiza este mês uma digressão à cidade de Braga, que o recebe num concerto conjunto com o Coro Académico da Universidade do Minho. O encontro terá lugar no dia 19 de abril, pelas 21:00, na emblemática Sala Dourada da Biblioteca Pública de Braga.

Numa linguagem universal que não conhece idiomas ou fronteiras, o coro visitante, dirigido pelo Maestro Rodrigo Costa, e o coro anfitrião, sob a direção do Maestro César Freitas, apresentarão reportórios diversificados, compostos por obras oriundas de várias partes do mundo, com um especial foco nas línguas românicas.

Este será um evento no qual se louvará a música coral, num percurso poético e estilístico, e que unirá os dois coros num deslumbrante espírito de intercâmbio cultural.

O evento cultural é organizado pelo Coro Académico da Universidade do Minho e tem entrada gratuita.

Texto: CAUM

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XVIII CIDADE BERÇO

XVIII CIDADE BERÇO

A Afonsina – Tuna de Engenharia da Universidade do Minho traz de volta à cidade de Guimarães o Cidade Berço – Festival de Tunas Académicas.  O evento cultural decorre a 1 e 2 de março. 

Desde a sua primeira edição, ainda em 1999, o Cidade Berço tem permitido apresentar à comunidade vimaranense e minhota as vivências, os costumes e tradições de várias tunas do nosso país, acompanhadas pela musicalidade que caracteriza esses grupos de estudantes. O sucesso deste certame tem-se traduzido numa crescente aderência da cidade nas celebrações ao longo dos dois dias que o constituem. Mais de 200 participantes vêm sendo agraciados com uma adesão impressionante no Largo da Oliveira e no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, o que promove a qualidade do espetáculo produzido pelos mesmos.

Além da tuna anfitriã e de quatro grupos culturais da academia minhota, este ano participarão tunas de Lisboa, Covilhã e Viseu.

O evento divide-se em dois momentos distintos:
• Sexta-feira, dia 1 de março, às 21h30, no Centro Histórico de Guimarães: Noite de Serenatas de entrada gratuita com a participação das tunas a concurso e extraconcurso.
• Sábado, dia 2 de março, às 21h30, no Grande Auditório do Centro Cultural de Vila Flor: Noite de Espetáculo com a participação da tuna anfitriã e das tunas a concurso.

Os bilhetes para a Noite de Espetáculo já se encontram à venda, podendo ser adquiridos no Espaço Recurso da Universidade do Minho, na FNAC, Bilheteira Online e postos aderentes.

Todas as informações sobre este evento podem ser consultadas nas redes sociais da Tuna Afonsina.

Texto: Afonsina

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Afonso Silva tomou posse como presidente da ARCUM

Afonso Silva tomou posse como presidente da ARCUM

Os novos Órgãos Sociais da Associação Recreativa e Cultural da Universidade do Minho (ARCUM), tomaram posse no passado dia 26 de janeiro de 2024. A cerimónia contou com a presença de entidades convidadas, representantes de outros grupos culturais e de sócios da própria associação.

Afonso Silva assume o cargo de presidente da ARCUM com “gratidão” e “humildade”, como o próprio indica. Apesar da direção jovem que o acompanha, Afonso refere que isso não é uma limitação, mas sim a renovação de uma nova energia do núcleo da associação, sendo que esta direção conta ainda com a orientação dos mais experientes.

Quanto aos objectivos para este mandato, o novo presidente pretende fortalecer as relações entre os diversos grupos culturais inseridos na ARCUM, através da dinamização de iniciativas como o Retiro ARCUM e uma Digressão ARCUM. Ao longo do seu discurso apresentou, também, os planos de actividades, dos grupos inseridos na associação, para o ano de 2024.

Outro objectivo mencionado por Afonso Silva retrata o estado actual das instalações da sede da ARCUM, prometendo continuar a lutar com o avanço da nova sede e lutar pelas necessidades estruturais que contribuam para o bom funcionamento dos grupos culturais. O novo presidente da associação, refere também a importância de expandir a rede de parceiros e entidades colaboradoras para o apoio dos diversos projectos que realizam.

Afonso encerra o seu discurso na tomada de posse agradecendo à antiga presidente Mariana Teófilo e restante direção cessante pelo trabalho incansável realizado e promete um mandato “marcado pelo trabalho árduo e pela construção de pontes.”.

Texto: ARCUM

Foto: ARCUM

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“Os grupos culturais têm como missão inspirar a Universidade e os universitários …”

“Os grupos culturais têm como missão inspirar a Universidade e os universitários …”

Com o objetivo de cumprir a tradição dos fados nas Serenatas da Academia, o Sina nasceu a 1 de março de 2022, sendo o grupo mais recente da Universidade do Minho (UMinho).

​O Sina é um grupo de Fados com influência do Fado de Coimbra e de Lisboa, mas que se distingue pela intenção de desenvolver o Fado do Minho e de o dar a conhecer à sua população. O grupo nasceu após o repto lançado pela Associação Académica da Universidade do Minho. Dez alunos da UMinho, Beatriz Torres, Daniela Sousa, Francisca Alves, Inês Ferreira, João Monteiro, Margarida Pereira, Maurício Vale, Nuno Mendes, Pedro Belo e Ricardo Remelgado, juntaram-se para e criaram o grupo que agora faz sucesso.

O UMdicas esteve à conversa com a direção do grupo para saber mais sobre o Sina, sobre a sua origem, trajeto, sobre os seus projetos e sobre o seu futuro.

De que é feito este grupo e como se caracterizam?

Neste momento, o grupo é constituído por alunos e ex-alunos da UMinho, caracterizados pelo seu interesse e paixão pelo fado e todas as suas tradições.

Como descrevem o vosso trajeto e que balanço fazem?

O nosso trajeto tem sido de procura constante por evolução, por desafios e crescimento artístico.

Em que se destaca e diferencia o Sina dos outros grupos culturais?

O Sina destaca-se de outros grupos de fados pela abertura a qualquer aluno ou ex-aluno da UMinho, e não apenas masculino como acaba por ser mais usual. Destaca-se, também, pela procura constante pela inovação, por não se restringir a um estilo de fado específico, assim como pela procura por uma linguagem própria no fado enraizada na cultura minhota.

Participam em espetáculos e eventos muito diferenciados. Como caracterizam as vossas performances em palco? O que trouxeram e trazem ao panorama cultural da Universidade?

Participamos em espetáculos em vários tipos de recintos. Para além das atuações académicas, fazemos também atuações noutro tipo de eventos, tanto públicos como privados. Tendo também participado em eventos de solidariedade. Procuramos sempre abordar o fado no seu todo e em todas as suas facetas, assim como demonstrar que é possível criar novas culturas musicais e artísticas.

Por quantos elementos é constituído o grupo atualmente, e quem pode fazer parte dele?

Atualmente, o grupo é constituído por 12 membros, sendo que também se procede consistentemente ao ensino e integração de futuros membros. Qualquer atual ou antigo aluno da Universidade do Minho pode fazer parte do grupo.

No vosso percurso, quais os momentos e participações que destacam? Qual o vosso ponto alto do ano?

Há que destacar duas atuações recentes: a atuação nas Serenatas Velhas, neste último mês de outubro, e a atuação nas Estrelas ao Sábado, um programa na RTP, onde conseguimos passar à próxima etapa da competição. Estas terão sido, até agora, os pontos altos do nosso ano.

Quais os projetos do grupo mais importantes a curto/médio prazo?

A curto/médio prazo, para além das atuações ligadas ao calendário académico, procuramos estender o nosso leque de atuações (não só na nossa região como pelo país) e começar a criar uma cultura de fado na cidade de Braga.

A dinamização do grupo, torná-lo cada vez mais atrativo é, provavelmente, um dos vossos grandes objetivos. O que têm a dizer aos interessados em fazer parte do grupo?

Gostaríamos de dizer que têm toda a abertura não só para fazer parte do grupo, mas, também, para entrar em contacto com o grupo e partilhar o amor que temos por esta música.

Qual é maior sonho do Sina? O que ainda não fizeram e gostavam de concretizar?

O maior sonho do Sina é podermos passar a nossa mensagem e a nossa paixão a todos os que nos ouvem.

Como veem o panorama dos grupos culturais universitários em Portugal e a nível internacional?

A qualidade e a projeção dos grupos culturais tem crescido cada vez mais, em grande parte devido ao ótimo trabalho desenvolvido e ao apoio que têm recebido ao longo dos anos. São, hoje em dia, um estandarte do que a Universidade do Minho representa.

Como analisam o contexto dos grupos culturais na vida da Universidade e de um universitário?

Os grupos culturais têm como missão inspirar a Universidade e os universitários, criar e cristalizar a identidade da instituição que os acolhe, assim como representar os seus valores em todas as oportunidades que lhes forem providenciadas. Servem como um lembrete de que a experiência académica vai muito além do estudo, sendo também feita de amizade, acolhimento e da exploração das coisas que verdadeiramente nos fazem felizes e completos.

Uma mensagem à comunidade académica?

Gostaríamos de agradecer todo o apoio e presença que a comunidade académica nos tem prestado e continuaremos a trabalhar para que todas as nossas atuações sejam cada vez melhores, e sempre memoráveis. E a qualquer interessado em entrar no grupo, que entre em contacto com o grupo através das redes sociais.

Texto: Ana Marques

Foto: AAUMinho

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TUIST ganha o XXVIII CELTA

TUIST ganha o XXVIII CELTA

No fim de semana de 8 e 9 de dezembro, a Azeituna abriu as portas do Theatro Circo para mais um CELTA – Certame Lusitano de Tunas Académicas. O espetáculo  foi marcado pela homenagem ao ex-reitor e azeituno honorário António Guimarães Rodrigues.

Nesta 28ª edição do festival temático, as tunas participantes foram mais uma vez desafiadas a desenvolver uma apresentação de acordo com o tema do certame, oferecendo assim um espetáculo repleto de novidades e interpretações únicas. A sala principal do Theatro Circo ultrapassou os 90% de lotação em ambas as noites de espetáculo.

De modo a cumprir o tema, as tunas apresentaram um repertório de pelo menos quatro continentes diferentes do globo, completando assim uma autêntica volta ao mundo. Mais uma vez, as tunas participantes dedicaram-se entusiasticamente ao tema, fazendo desta edição do CELTA um espetáculo único.

A Azeituna, como tuna anfitriã, abriu o espetáculo na sexta-feira, e fechou o festival no seu segundo e último dia. O certame foi marcado pela homenagem feita ao falecido ex-reitor e Azeituno Honorário, António Guimarães Rodrigues, na atuação da Azeituna no espetáculo de sábado, dia 9 de dezembro.

O concurso contou com a participação de:

  • TUP(Tuna Universitária do Porto);
  • EUL (Estudantina Univeritária e Lisboa);
  • Desertuna (Tuna Académica da Universidade da Beira Interior);
  • TUIST (Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico);
  • EUC (Estudantina Universitária de Coimbra);
  • TAIPCA(Tuna Académica do Instituto Politécnico do Cávado e Ave);

A extraconcurso participou a Azeituna e a TUM (Tuna Universitária do Minho), e ainda o CAUM (Coro Académico da Universidade do Minho) como grupo convidado.

Os prémios foram atribuídos pelo Júri no final do segundo dia do Certame, e as respetivas tunas vencedoras foram as seguintes:

– Grande Prémio CELTA Volta ao Mundo: TUIST

– 2ª Melhor Tuna: EUC

– 3ª Melhor Tuna: EUL

– Melhor Solista: TUIST

– Melhor Instrumental: EUC

– Melhor Pandeireta: Desertuna

– Melhor Porta-Estandarte: EUL

– Tuna mais Tuna: EUL

 

Texto: Azeituna

Foto: Azeituna

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“Canto a Vozes” já é Património Nacional

“Canto a Vozes” já é Património Nacional

Tradição musical a três ou mais vozes foi registada no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Próximo passo é a candidatura a património da UNESCO. 

A candidatura do “Canto a Vozes”, liderada pelos grupos da Associação de Canto a Vozes – Fala de Mulheres foi reconhecida esta quinta-feira como parte integrante do Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Salienta-se a importância histórica desta prática e a sua presente valorização social e cultural, tornando-a uma referência patrimonial nos territórios de influência, sobretudo no norte e centro do país.

A Associação de Canto a Vozes – Fala de Mulheres criada em 2020 para defesa dos interesses dos grupos que formalmente ou informalmente cantam a três e mais vozes um repertório legado pela sociedade agrária tradicional, contabiliza mais de 60 grupos associados que cantam, na sua maioria, a três ou mais vozes. Em representação do concelho de Braga, esta associação conta com a participação do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, da Rusga de Merelim S. Paio e do grupo de cantares “Mulheres do Minho”.

A candidatura ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial foi reforçada em março de 2020 por cerca de 360 vozes que se reuniram em Viana do Castelo para caracterizar esta manifestação cultural existente em diferentes localidades das regiões Centro e Norte do país. Passado de geração em geração, as polifonias tradicionais ganham voz por grupos de mulheres ou mistos, que, em pleno século XXI, se tornou uma expressão artística e um património imaterial que reforça a identidade local.
O GFUM, que tem dado cada vez mais destaque ao “Canto a Vozes”, também conhecido como canto polifónico tradicional, faz com que esta prática esteja sempre presente na sua atividade corrente, realizando anualmente vários eventos onde este património é o grande destaque. A passagem de testemunho e aprendizagem pelas gerações mais novas desta forma de cantar tem sido trabalhada pelo grupo na sua atividade regular.

Os concertos “Canção Bracarense” e “Quem canta seus males espanta” são exemplos que evidenciam que as polifonias tradicionais estão em destaque, garantindo salas cheias para ouvir e apreciar estes registos. Além destes eventos, o GFUM tem lançado mensalmente uma cantiga nas suas redes sociais, na rúbrica “Cantos destes cantos”, mostrando o vasto manancial de recolhas, que tem sido cada vez mais acolhida pelo público.

Texto: GFUM

Foto: GFUM

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XXVIII Puer Natus Est

XXVIII Puer Natus Est

A 28.ª edição do tradicional concerto de Natal solidário Puer Natus Est realiza-se 16 de dezembro, pelas 21h30, na Sé Catedral de Braga, e tem entrada gratuita.

O Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) alia-se à Cruz Vermelha de Braga para celebrar o Natal, no seu concerto de Natal solidário, XXVIII Puer Natus Est. Organizado anualmente pelo CAUM, é já uma tradição que tem vindo a marcar a quadra natalícia bracarense.

“Este é o concerto de eleição do CAUM, aquele que, todos os anos, mais prazer nos dá organizar”, confessa Armando Queirós, presidente da Direção do CAUM, referindo ainda que se trata de “um evento único na cidade de Braga, no qual tentamos conciliar todo o espírito natalício: os mais belos cânticos de Natal; as doces vozes do coro infanto-juvenil convidado; a reunião familiar de todos aqueles que, ano após ano, nos acompanham; a associação a uma causa solidária…”.

Nesta edição, para ajudarem a aquecer o serão e a preenchê-lo de muita música, o Puer Natus Est contará com a participação dos Jovens Cantores de Guimarães, dirigidos pela Maestrina Janete Ruiz, e ainda da Camerata Minhota, um grupo de música de câmara formado por estudantes da Universidade do Minho, ao comando de José Tatá.

Numa época em que é urgente cantar a paz, o amor e a união, o coro convida o público a cooperar numa recolha de bens alimentares, que no fim do espetáculo serão entregues à Cruz Vermelha de Braga.

Com uma mudança significativa na sua liderança com a chegada do novo maestro, César Freitas. A transição marca um novo capítulo na história do CAUM, trazendo consigo expectativas e entusiasmo para o futuro.

O CAUM foi fundado em 1989 pelo Maestro Fernando Lapa, que o dirigiu de forma exemplar até agosto de 2004. Desde então, passaram pelo lugar vários profissionais, com destaque, Rui Paulo Teixeira, entre 2006 e 2017, e Sílvio Cortez, de 2018 a 2022. No último ano letivo (2022/2023), foi Cosme Campinho quem assegurou a regência do coro.

Texto: Redação