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XI Serenatas ao Berço


A organização do festival é da responsabilidade da
Tun’Obebes – Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho. Botões e
machos do casaco tijolo, tricórnio e sorrisos na cara, é como se apresentam aos
públicos que as vão vendo atuar. A Tuna feminina mais antiga da Universidade do
Minho, conta já com 25 anos de história e, ano após ano, tem vindo a alargar o
seu repertório e o reconhecimento por Portugal fora.


Em 1992, quando se formaram, foram apadrinhadas pela Ordem
Profética da Universidade do Minho que, embora não seja uma tuna, é um grupo
que partilha com as “Bebes” a irreverência e a faceta boémia.


A poucos dias da décima primeira edição do Serenatas ao
Berço, a Tun’Obebes reune as várias gerações da Tuna e prepara uma festa como
só estas (futuras) Engenheiras sabem fazer.

Para esta edição do festival, fazem parte do cartaz a Tuna
Feminina do IPCA (TFIPCA), a Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora
(TAFUÉ), a Tuna Feminina da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
(EST?eS la Tuna Feminina) e a Tuna Médica Feminina da UBI (C?a Tuna aos
Saltos); a Tuna de Engenharia
  da
Universidade do Minho (Afonsina) e a Tuna Universitária do Minho (TUM) – como
tunas extra concurso – e a Ordem Profética da Universidade do Minho (OPUM DEI)
– que apresentarão o festival.

Os espectadores poderão contar com duas noites distintas.
Na noite de 20 de Abril, as tunas farão uma solene serenata à Cidade de
Guimarães, no Largo da Oliveira. Já na noite de 21 de Abril, o Grande Auditório
do Centro Cultural Vila Flor enche-se de espírito académico e muita música num
grandioso espetáculo. Nesta segunda noite, a plateia poderá contar com dois
momentos muito especiais. A Tun’Obebes subirá a palco com a Afonsina – os seus
homónimos e fiéis vizinhos de sala de ensaios – num momento que, de certo,
ficará na memória. O segundo momento – que será inédito! – vai ver juntarem-se
em palco padrinhos e afilhadas. Os profetas e as “meninas de tijolo” vão
eternizar 25 anos de história partilhada num momento único.

A atuação da TunObebes contará com algumas estreias
musicais – entre as quais um novo original -, mas não descura as melodias já
conhecidas do público.


Os festivais de tunas, regra geral, são de cariz
competitivo, mas têm como principal objetivo o convívio inter-tunas. Mais do
que prémios, há um foco na troca de experiências, na música e na amizade.

 

“Qualidade musical e momentos de diversão! Um reviver de 25 anos
de Tun’Obebes!” é, segundo Carolina Madureira – a Presidente da Tuna -, o que
se pode esperar deste XI Serenatas ao Berço. “Um evento organizado para
Guimarães, para a Academia Minhota e para a Tun’Obebes, certamente, que é uma
oportunidade única para qualquer pessoa conhecer o universo das tunas.”


Beatriz Costa, a Vice-Presidente da Tuna, “É muito bom sentir o
entusiasmo das gerações mais antigas – as que, em tempo, fizeram crescer esta
Tuna – e sentir que, passados 25 anos, está mais unida do que nunca!” 
 


Fonte: Tun’Obebes


(Pub. Abr/2018)


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Karting da AAUMinho acelera até ao bronze!



O Kartódromo da Batalha foi o local escolhido
pela Federação Académica de Desporto Universitário (FADU) para a realização do
CNU de Karting, que este ano contou com a presença de 41 pilotos (35 no
masculino e 6 no feminino), oriundos de 12 academias.

Com S. Pedro a ajudar, o sol que se fez sentir
proporcionou boas condições de condução e consequente muitas ultrapassagens e
trocas de liderança.

Paulo Pereira, que foi o mais rápido dos três
minhotos em prova, chegou mesmo a liderar a corrida, mas infelizmente não foi
capaz de segurar essa posição. O minhoto haveria de terminar a corrida no
terceiro lugar, trazendo para a AAUMinho a medalha de bronze.

Pereira fez um balanço muito positivo da sua
prestação, apesar do arranque não ter sido o melhor: 

“Na final A, o Vasco
arrancou em último (18°) e eu em 7°, portanto não tínhamos uma tarefa fácil. No
arranque sofremos bastantes toques, fui atirado para 12° e o Vasco perdeu
alguma distância para o resto do pelotão. Com o desenrolar da corrida, que
tinha 20 minutos de duração, fomos ganhando posições, até eu rodar em primeiro
lugar e o Vasco em 11°. Infelizmente não consegui segurar a posição e terminei
em 3°… o Vasco manteve o 11°”.

Texto: Nuno Gonçalves


(Pub. Abr/2018)


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UMinho Open Weekend



Todas as
Escolas e Institutos, bem como, os serviços da UMinho estarão envolvidos nesta
interação com os futuros estudantes.

A UMinho
convida os alunos dos ensinos básico e secundário e seus familiares,
professores e orientadores vocacionais, a participarem nesta iniciativa, que
possibilitará um contacto privilegiado com a Universidade, com os seus docentes
e os seus estudantes, nos mais diversos espaços. As atividades são gratuitas.

Mais informações em: http://openweekenduminho.pagedemo.co/


Fonte: GCII


(Pub. Abr/2018)

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UMinho é a primeira universidade portuguesa acreditada e com projeto financiado pelo Serviço Voluntário Europeu



Este projeto
proporciona uma experiencia intercultural de aprendizagem não-formal e tem como
principal objetivo ajudar os jovens a desenvolverem competências sociais, bem
como competências importantes para a empregabilidade.

Em 2016, a Universidade do Minho foi a primeira
Instituição de Ensino Superior Portuguesa a ser acreditada para coordenar
projetos SVE e para receber e enviar voluntários.

O projeto “UMvoluntariis – Volunteer Initiatives in
Higher Education” foi recentemente aprovado e permitirá à UMinho receber três
voluntários, entre setembro e outubro de 2018, para atividades de
voluntariado no âmbito do Projeto Tutorias por Pares e de envolvimento em
iniciativas organizadas pelo Centro de Recursos para a Cooperação e
Desenvolvimento.

 

__________________________________________
Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem
Universidade do Minho
Tel.: (+351) 253601128 /25 /09
Email:
gcii@reitoria.uminho.pt


(Pub. Mar/2018)

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Teatro da UMinho organiza Festival Oh! em Guimarães



O evento inicia na quarta-feira, dia 4, às 10h00, com a masterclass “Jogo e Corpo Poético do Performer: a Visão Pedagógica de Jacques Lecoq”, a
cargo de Samuel Meyler, e a exibição do filme da sua autoria “Sculpting the
Body, a Theatre of Physicality”, no Centro Avançado de Formação Pós-Graduada
(CAFPG), no campus de Couros da UMinho, onde acontece a maioria das
iniciativas. Durante o resto do dia é possível assistir a performances de
(ex)-estudantes de Teatro (às 15h00) e às peças “Cyber Queer”, da Escola
Superior de Arte Dramática da Galiza (às 21h00), “Chick Flick” (às 21h00, no
espaço Oficina) e “Agarra(me)” (às 22h30, no claustro da Colegiada da Senhora
da Oliveira).

Os alunos de Teatro da UMinho regressam na manhã seguinte
ao CAFPG para partilharem e discutirem sobre processos criativos. O Festival
Oh! desloca-se para o auditório da Fraterna, onde decorre às 13h00 o espetáculo
“Por Amor!”, escrito por Patrícia Portela. Esta autora premiada de
performances e obras literárias participa duas horas depois numa sessão aberta
do Grupo de Investigação em Estudo Performativos da UMinho, que conta também
com Luk Van den Dries, da Universidade da Antuérpia (Holanda), Cátia Faísco,
Francesca Rayner e Tiago Porteiro (todos da academia minhota). A partir das
21h00 são apresentados, no espaço Oficina, três trabalhos artísticos da
Universidade de Évora.

Na sexta-feira está previsto às 10h00 um workshop de
autoficção, conduzido pela atriz brasileira Roberta Preussler. De tarde, às
15h00, os estudantes voltam a pisar o palco do CAFPG para dar a conhecer
projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo. Esta quarta edição integra ainda
as instalações permanentes “La nozze di Jean”, de Mário Alberto Pereira e Diogo
Claro, e “Nos teus sapatos”, de Zacarias Gomes
. “São
três dias completos com a cultura a acontecer a toda a hora, num convite à
celebração e à participação de todos. Continuamos a abrir as portas à sociedade
e fortalecer as ligações com a comunidade artística universitária nacional e
internacional”, refere a professora Cátia Faísco.

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Rui L. Reis recebe Prémio UNESCO de Investigação em Ciências da Vida



O
galardão enaltece Rui L. Reis “pelas suas contribuições excecionalmente
inovadoras para o desenvolvimento de biomateriais de base natural e suas
aplicações biomédicas, incluindo engenharia de tecidos, medicina regenerativa,
células estaminais e sistemas inteligentes de libertação controlada de
medicamentos, que têm um enorme potencial para melhorar a saúde humana”. O
prémio, um dos maiores a nível internacional na área das ciências da vida,
destaca a investigação neste domínio cientifico que tenha um forte impacto
internacional, sendo atribuído pela UNESCO, com o alto patrocínio do Governo da
Guiné Equatorial.

Rui L.
Reis torna-se o primeiro cientista europeu com este galardão, que vai na sua
quarta edição. “É um grande privilégio receber este importante prémio de
natureza global, é mais um estímulo para todo o grupo de investigação que tenho
o prazer de liderar e aceito-o em nome de todos os que de algum modo
contribuíram para ele. É também um orgulho poder ver reconhecida a investigação
que se faz na Universidade do Minho e que é cada vez mais relevante em termos
internacionais”, refere.

A
presente edição distingue ainda o argentino Ivan Antonio Izquierdo, da
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Brasil), por descobertas
em mecanismos de processos de memória, e a Organização de Investigação Agrícola
do Centro Volcani (Israel). Os vencedores tinham sido anunciados em julho de
2017 pela então diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova.

Este
foi, entre outros, o terceiro grande prémio mundial que o investigador da
UMinho recebeu no último ano, após o galardão “Contribuições para a Literatura
Científica” da Sociedade Internacional de Engenharia de Tecidos e Medicina
Regenerativa (TERMIS) e o “Harvey Engineering Research Award”da associação “Institution of Engineering and Technology” (IET), entregue na passada semana
em Londres.

Rui L.
Reis é um dos cientistas do mundo com mais artigos científicos e mais citações
por outros autores nas áreas dos biomateriais, engenharia de tecidos humanos e
medicina regenerativa. Tem mais de 1050 trabalhos listados na base “ISI Web of
Knowledge” (com cerca de 26.500 citações), 980 na “Scopus”(cerca de 29.500
citações) e 1670 na “Google Scholar” (cerca de 41.000 citações). Destes, cerca
de 900 são artigos em revistas internacionais com revisores.

 

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(Pub. Mar/2018)

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A um mês do Serenatas ao Berço, Tun’Obebes vence o sexto Festival de Tunas consecutivo!



No passado dia 23 de Março, a Tun’Obebes, a convite da
Tuna Sadina rumou a Setúbal para fazer parte do Acordes 2018 – XVII Festival de
Tunas de Tunas Femininas da ESE. A concurso, conjuntamente com as minhotas,
estiveram as Mondeguinas – Tuna Feminina da Universidade de Coimbra, a TAFUÉ –
Tuna Académica Feminina da Universidade de Évora e a Samarituna – Tuna Feminina
da Universidade Lusófona.
 

 

Após um primeira noite onde encantaram com as
serenatas em pleno coração de Setúbal, chega a hora a verdade. Na noite de 24, no
Forúm Municipal Luísa Todi, as de Engenharia da UMinho voltaram a “golear” em
palco: Melhor Tuna, Tuna mais Tuna, Melhor Pandeireta e Melhor Instrumental!

 

Com esta conquista em Setúbal, a Tun’Obebes alcança uma incrível série de
seis vitórias consecutivas nos últimos seis festivais nos quais participou!


A Vice-Presidente da Tuna, Beatriz Araújo, afirma que “é
com muito orgulho e entusiasmo que vemos todo o nosso trabalho e empenho ser
reconhecido! É muito gratificante fazer parte da Tun’Obebes e vê-la e fazê-la
crescer cada vez mais!”.


A Tun’Obebes fará, por agora, uma breve pausa
nos festivais para se dedicar de corpo e alma à organização do seu próprio – o
XI Serenatas ao Berço -, que volta aos palcos nos próximos dias 20 e 21 de
Abril.
 

 

Tal como em edições anteriores, o festival
primazia pela oferta cultural presenteando aos espectadores atuações de tunas
de diferentes zonas de Portugal: Évora, Barcelos, Covilhã, Lisboa, Braga e
Guimarães.
 

 

O primeiro dia do festival é marcado com uma
serenata noturna no Largo da Oliveira e o segundo dia, a Noite de Espetáculo,
tem lugar no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor.

 

Texto: Redação

Fotografia: Tun’Obebes

 

(Pub. Mar/2018)

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Gatuna conquista os prémios de Melhor Instrumental e Melhor Solista.



O Lira, Festival de Tunas Femininas organizado pela Tuna Feminina da Universidade Católica Portuguesa de Braga, contou com a presença de três tunas a concurso: TFIPCA – Tuna
Feminina do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave,  Tôna Tuna – Tuna Feminina Universitária de
Bragança e Gatuna – Tuna Feminina da Universidade do Minho.

O espetáculo, que teve início pelas 21h30 na Aula Magna
da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais de Braga, ficou marcado pelas boas
performances das tunas que subiram a palco e pela boa disposição que estas
mostraram durante todo o espetáculo.

Perante um público expectante, a Gatuna foi a segunda
tuna a atuar. As de verde iniciaram a sua participação com a música brasileira “Baiána”, ao que se seguiu o seu instrumental “Maxixando”, que viria a
arrecadar o prémio de Melhor Instrumental.

A música de solista, “Cavaleiro Andante”, da autoria de
Rui Veloso, deu à Gatuna o prémio de Melhor Solista. Para encerrar a atuação em
grande, as de verde tocaram o seu original “Braguesa”, prometendo que para o
ano regressariam para mais uma noite de melodias!

“Ter ganho o prémio de melhor solista foi um desejo realizado.
Estava nervosa por não ter muita experiência como solista, mas a sensação de
estar em palco apazigua qualquer nervosismo. Ganhar prémios é um dos objetivos,
e saber que contribuí para a gatuna levar mais um para casa, enche me de
alegria e alento para conquistas futuras”, palavras de Ana Margarida Pereira, a
solista da Gatuna.


Texto: Redação 


(Pub. Mar/2018)

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Maior evento educacional de robótica sagrou-se em mais um sucesso



Organizado pela UMinho (Grupo de Automação e Robótica do Dep. de Eletrónica
Industrial e pelos Serviços de Acção Social) e pela botnroll.com, o evento
contou com  a participação de cerca de
500 jovens nas 122 equipas inscritas, com uma média de idades compreendida
entre os 15 e os 16 anos, de salientar a participação de equipas vindas da
Dinamarca e do Brasil.

A Roboparty consiste num evento pedagógico onde equipas de 4 elementos
passam três dias e duas noites a aprender a construir robôs móveis autónomos,
de uma forma simples, divertida e sempre acompanhadas por pessoas qualificadas.

No início do evento, todos os participantes recebem uma pequena formação
onde são introduzidos à Eletrónica, programação de robôs e construção mecânica.
De seguida recebem um kit robótico, o “Bot’n Roll ONE A” para ser montado pelos
participantes e que, no final do evento, podem levar para casa. Em paralelo,
decorrem outras atividades lúdicas, como desporto, música, jogos, festas, etc.

A cerimónia de abertura, decorrida no passado dia 21 de março contou com a
presença do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, do
Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, bem como outras individualidades.

O governante afirmou o desejo do executivo em criar um centro de robótica
em Guimarães, garantindo que dentro em breve se iria reunir com o reitor da
UMinho para avaliarem formas de concretizar este projeto. Já Rui Vieira de
Castro evidenciou as vantagens resultantes deste cruzamento de experiências
entre todos os envolvidos na Roboparty, afirmando que este evento é apenas uma
pequena amostra do que se pode encontrar nos cursos ministrados na
Universidade.

Fernando Ribeiro, responsável pelo projeto, desvendou, ainda, que em junho
a Roboparty chega ao Canadá, à semelhança do já sucedido na Alemanha e Brasil.

Os 500 participantes vieram de várias zonas do país, trazidos por múltiplas
motivações. Para Tiago Soares e José Santos, alunos do 10º ano da Escola
Secundária de Amarante, o facto de 
estarem a tirar um curso profissional na área de informática e
eletrónica, foi motivo para aceitaram o convite proposto pelo seu professor
para participarem  já Luís Araújo, aluno
de 18 anos, oriundo de Lanheses, está interessado em prosseguir estudos nas
áreas de programação e robótica, afirmando que aproveitou este evento “para
ficar também a conhecer as instalações da UMinho”, dado que, até à data, apenas
conhecia as da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

No último dia decorreu a entrega dos prémios aos três primeiros
classificados de todos os desafios desportivos e robóticos.

 

Texto: Luís Peixoto 


(Pub. Mar/2018)