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Bares dos SASUM receberam feirinha de Natal

Bares dos SASUM receberam feirinha de Natal

À semelhança dos anos anteriores, nesta época natalícia, os bares dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM) voltaram a receber a tradicional exposição/feirinha de Natal, desta vez no Bar de Eng. I em Azurém, e no Bar do Grill em Gualtar.

Entre os dias 11 a 15 de dezembro, foram cinco as organizações/projetos presentes nos espaços: Delícias Gourmet, Magical Cauldron, Mizarte, APPACDM e Atelier Variações trouxeram aos dois campi da Universidade do Minho (UMinho) uma diversificada mostra de produtos de artesanato e gastronomia, acolhendo saberes e sabores, peças e produtos únicos de artesanato e iguarias de fazer crescer água na boca.

Laurentino Neto estava a representar a ?Magical Cauldron?, uma empresa de fabricação de sabonetes e velas, um projeto de aromaterapia, assinalando que o objetivo da participação foi ?essencialmente, fazer divulgação do nosso produto?, algo que, segundo este, foi atingido. ?Passaram por cá muitas pessoas, distribuímos muitos cartões e fizemos algumas vendas. Penso que as pessoas gostaram muito e acabaram por levar, para elas próprias e para oferecer?, disse.

Quem também esteve representada foi a ?Delícias Gourmet?, um ateliê de doces que já tinha marcado presença na feirinha da Páscoa, e que voltou, desta vez, para a feirinha de Natal. ?Para nós é sempre muito bom participar nestas mostras aqui na UMinho, as pessoas gostam dos nossos produtos, que são produtos frescos, e as vendas correram muito bem?, afirmaram. Para levar para casa, para comer no local, para levar como oferta, os ?mimos doces? eram muitos e fizeram muito sucesso.

Para além destas organizações, também as restantes foram muito solicitadas e o saldo da semana foi muito positivo, para os expositores e para a comunidade académica que aproveitou para tratar de algumas prendas e entrar no espírito natalício.

Texto: Ana Marques

Foto: DA

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ELACH diz não ser deficitária, mas sim subfinanciada

ELACH diz não ser deficitária, mas sim subfinanciada

A Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas (ELACH) da Universidade do Minho assinalou no passado dia 13 de dezembro, o seu 48.º aniversário. Com críticas ao subfinanciamento da Escola, foram reclamadas mais e melhores condições infraestruturais, de equipamentos, de apoio e conforto para a sua comunidade.

?Dizem-nos a nós como a outras Escolas, a maioria delas, que somos deficitários?, afirmou o Presidente da ELASCH, João Rosas, criticando a Reitoria da UMinho pelo vocabulário empregue, uma vez que deixam a mensagem que a Unidade Orgânica (UO) e outros vivem acima das suas possibilidades, ?mas não deixa de ser curioso que a Universidade use vocabulários diferentes para falar do seu problema orçamental quando se endereça à tutela, e quando se relaciona às suas unidades orgânicas?, afirmou, indicando que face à tutela, a Reitoria diz que a UMinho está subfinanciada, mas quando fala das suas Escolas/Institutos, a Universidade diz que são deficitárias e não subfinanciadas?, explicou. Propondo que a Reitoria passe a dizer às suas UO que ?estão subfinanciadas?, uma vez que não gastam demasiado, mas pelo contrário, ?não têm o necessário para funcionar devidamente?, patenteou.

Sendo a ELACH um desses casos, João Rosas refere que o seu défice ?não decorre do desperdício e ainda menos do luxo, mas apenas do subfinanciamento face ao elevado número de alunos, formações que oferece, à investigação que desenvolve e à disseminação de conhecimento e cultura que realiza?.

Expondo as parcas condições em que a Escola e a sua comunidade vivem e desenvolvem a sua atividade, e comparando-se com escolas de fora, similares, como as Universidades do Porto ou Aveiro, ?verificamos com alguma surpresa e mágoa, que outras aqui tão perto, pertencendo ao mesmo sistema de ensino superior, têm mais docentes por número de alunos, mais docentes de carreira, melhores infraestruturas físicas, melhores bibliotecas e acesso a bases de dados ?.

Criticando também o Governo, afirmou, ?dizem-nos, no discurso político corrente, que há muito dinheiro por aí?, referindo-se a fundos europeus, PRR, etc., financiamentos que depois não servem e não se enquadram no que a ELACH precisa, ?o dinheiro que existe dá sempre para coisas que não queremos ou de que não precisamos, mas não para as nossas verdadeiras necessidades?, afirmou.

O vice-reitor da UMinho, Eugénio Campos Ferreira, destacou a grande relevância da Escola e os contributos expressivos para afirmação da UMinho, apontando a elevada procura social do seu projeto de ensino, a sua capacidade de se reinventar, a sua relevante atividade de investigação, interação com a sociedade e a sua intensa atividade cultural. 

?Retenho uma carteira recheada de mensagens para entregar ao Sr. Reitor?, disse, referindo-se às queixas do presidente da ELASCH sobre as dificuldades orçamentais e sobre o subfinanciamento, sobre as más condições das infraestruturas físicas e equipamentos, mas assegurando que ?não existe um menor apreço pelas artes e humanidades?.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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?Escola de Direito está atenta às novas necessidades do mundo jurídico?

?Escola de Direito está atenta às novas necessidades do mundo jurídico?

A afirmação foi feita pela presidente da Escola de Direito da Universidade do Minho (EDUM), Cristina Dias no âmbito das comemorações do 30.º aniversário da instituição decorrido no passado dia 15 de dezembro, dia que marcou também o encerramento das comemorações do centenário de Francisco Salgado Zenha.

Sobre a Escola e sobre os seus 30 anos, Cristina Dias lembrou o trajeto de sucesso que tem sido feito e as várias personalidades que para isso têm contribuído, expondo um presente jubiloso de uma unidade orgânica que tem 1645 alunos inscritos em duas licenciaturas, onze mestrados e um doutoramento, apoiados por 35 docentes de carreira e nove técnicos. Uma Escola que tem apostado na diversificação do ensino pós-graduado, na crescente internacionalização, no reforço da investigação e na interação com a sociedade, revelando que foi feita uma proposta de um novo doutoramento em Ciências Criminais.

?A Escola de Direito está atenta às novas necessidades do mundo jurídico?, afirmou a presidente da EDUM, apontando que por isso, e sem perder o objetivo de projetar novos cursos de mestrado e doutoramento, atendendo às novas áreas de investigação, ?apostou e continuará a apostar na criação de cursos breves não conferentes de grau?, de forma a dar resposta a interesses essencialmente de atualização de conhecimentos ou legislação dos profissionais da área do Direito, ou outros profissionais.

No âmbito da investigação, esta é desenvolvida pelo seu Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov) avaliado como ?Muito Bom? pela tutela, no qual a EDUM tem tentado envolver os seus estudantes, de todos os ciclos de estudo.

Além dos constrangimentos financeiros pelos quais têm vindo a passar as instituições de ensino superior, Cristina Dias indica ainda como grandes problemas, “o envelhecimento do corpo docente e a necessidade da sua renovação geracional, bem como a necessidade de assegurar condições de estudo, habitação, alimentação e de acompanhamento adequado aos nossos estudantes, nacionais e internacionais”, afirmando ainda que é necessário ?assegurar a valorização das carreiras e oportunidades de progressão, assim como o reforço de recursos humanos da EDUM, docentes e TAG?, disse.

Neste sentido, foi celebrado neste dia, entre a Escola e a Reitoria, um contrato-programa, comprometendo-se a EDUM ?a manter ou a melhorar as suas áreas de ação e os seus atuais resultados, tendo como contrapartida esse reforço dos recursos humanos?, esclareceu. Um memorando que afirmou o reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, ?é um conjunto de compromissos mútuos, tendentes a aprofundar a qualidade do projeto da Escola em condições de maior autonomia e maior responsabilidade?.

O responsável máximo da UMinho destacou a solidez do projeto da EDUM que, segundo este, dá hoje, ?inestimáveis contributos para a formação de juristas no nosso país?, realçando a sua ?muita intensa atividade de formação contínua através dos numerosos cursos de formação não conferentes de grau que oferece?, afirmando que a EDUM ?encontra-se na linha da frente da concretização de uma orientação estratégica da Universidade, relacionada com a capacitação ou recapacitação de nível superior de pessoas que estão no mercado de trabalho ou concluíram a sua formação inicial?, disse. 

Para Rui Vieira de Castro, a Escola atingiu um patamar de qualidade e estabilidade ?assinalável?, realçando o alargamento do seu número de docentes de carreira e a sua distribuição inscrita nos intervalos definidos pelo estatuto da carreira docente, a oferta educativa estabilizada, inovadora e que é objeto de uma procura muito qualificada, produz investigação científica que é reconhecidamente de alta qualidade, e presta relevantes serviços à sociedade portuguesa. Aconselhando a EDUM a procurar ?um reforço das suas práticas de internacionalização?.

Presidente da República esteve no 30.º aniversário da EDUM

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participou na cerimónia dos 30 anos da EDUM, assinalando que ?a UMinho é um caso excecional porque o Minho é um caso excecional?, justificando a afirmação com o facto do Minho ser um caso de ?juventude num país a envelhecer?, ser ?um caso de dinamismo num país a braços com tropismos da sociedade envelhecida?, ser ?uma exceção no tecido social e empresarial, e por isso, também no tecido cultural e educativo?.

Apontando que a UMinho vai tirando partido disso, ?aqui sente-se a juventude, a inovação, sente-se o futuro mais do que o presente e o passado?, destacando que a UMinho, ?mesmo no quadro das novas universidades, conseguiu ir mais longe?. Continuando, destacou a ?excelência? da academia minhota no domínio do Direito, afirmando que, olhando para outras universidades novas, ?não encontramos escolas de Direito como esta?, explanando que conseguiu ir ?muito além das expectativas?.  

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Cecília Leão aponta o ?processo desafiador? que é construir uma organização baseada na ética

Cecília Leão aponta o ?processo desafiador? que é construir uma organização baseada na ética

O Fórum Ética UMinho 2023 foi submetido ao tema ?Ética e Integridade na Universidade? e contou com diversos oradores de todo o país. Um espaço ético-reflexivo que pretendeu estimular uma discussão alargada que permita captar o pensamento e visão da academia, numa perspetiva de desenvolvimento e interiorização dos valores e princípios éticos conducentes a uma conduta ética de integridade.

O evento anual foi promovido pelo Conselho de Ética e as suas Comissões de Ética para a Investigação, e realizou-se no passado dia 15 de dezembro, no campus de Gualtar.

Tendo o Conselho de Ética como compromisso de missão os princípios do respeito pela dignidade da pessoa humana, da responsabilidade pessoal e profissional, da integridade académica e dos valores de uma cultura social e ético-humanística nas várias vertentes da atividade da Universidade, para a sua presidente, Cecília Leão ?esta tarefa nunca estará acabada?, uma vez que precisa de reflexão permanente, obrigando a um esforço conjunto de persistência e continuidade, envolvendo individual e coletivamente todos os membros da Universidade e todos os órgãos de governo e aconselhamento.

Segundo esta, ?o sucesso de uma instituição está, intimamente ligado, à cultura sentida e vivida pelos membros da sua comunidade?, pelo que afirma que construir uma organização baseada na ética ?é um processo desafiador que requer liderança e planeamentos fortes, assentes numa cumplicidade institucional de compromisso ético-humanístico, individual e coletivo, para a construção de uma comunidade académica onde cada indivíduo encontra o seu espaço e constrói em liberdade a sua missão?.

O reitor Rui Vieira de Castro realçou a importância do evento como forma de assegurar uma ?progressiva atenção de todos os membros da comunidade daquilo que é a atividade do Conselho de Ética?. Sublinhando que a UMinho passou por um grande ?processo de transformação?, traduzido em complexificação da vida institucional. ?A nossa vida institucional é hoje mais complexa, mais desafiante, mais interpelante em muitas dimensões?, disse, apontando como fatores, ?a crescente heterogeneidade da comunidade?, em particular de investigadores e estudantes de diversas origens sociais. 

O professor Jorge Soares, da Universidade Nova de Lisboa, assinalou que o Código de Conduta Ética deve ter duas grandes utilidades, primeira, ?ser um instrumento de reflexão coletiva quando se constrói?, a segunda, ?ser um guia de orientação preventiva das distopias de comportamento?.

A presidente da Associação Académica, Margarida Isaías, na sua intervenção revelou que após uma auscultação aos estudantes, “a grande maioria não leu o código de conduta ética da UMinho”, pelo que sugeriu que é ?importante passar do papel à prática?, indicando que a academia deve iniciar um trabalho no sentido de promover esse código junto dos estudantes, ?não só saber, mas ser?, disse, apontando os docentes como detentores de um papel importante na promoção dessa discussão.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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UMinho quer melhorar qualidade dos serviços prestados

UMinho quer melhorar qualidade dos serviços prestados

O 5.º Evento Anual da Qualidade teve lugar no passado dia 13 de dezembro, no campus de Gualtar da Universidade do Minho (UMinho), e visou, por meio do debate e troca de ideias entre diferentes unidades da Universidade e instituições externas, fomentar estratégias para melhorar a qualidade dos serviços prestados.

Tendo como grandes objetivos, delinear estratégias de motivação e incentivo à participação da comunidade académica nas questões da qualidade, implementação de políticas e práticas que reconheçam as contribuições individuais e coletivas neste âmbito, bem como ações de divulgação e envolvimento para que todos compreendam como afirmar a qualidade nas instituições de ensino superior, o foco é, principalmente, que a comunidade académica se envolva nas questões da qualidade, uma vez que ficou evidente, durante o evento, o desinteresse da comunidade académica nestas questões.

?O tema da qualidade é um tema importante?, referiu a vice-reitora da UMinho para a Educação e Mobilidade, Filomena Soares, salientando que ?ainda temos um grande caminho?, e que a avaliação institucional em interação com a A3ES – Agências de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior ?é algo que temos de seguir?, apontou.

Para Luís Amaral, vice-reitor da UMinho para a Transformação Organizacional e Simplificação Administrativa, ?a comunicação é a palavra-chave?, frisando que é necessária ?a participação, o comprometimento e o engajamento das pessoas com o funcionamento do sistema de qualidade?, sendo que, como disse, ?as campanhas de sensibilização são um instrumento que não é suficiente, mas estão a ser equacionados outros mecanismos?.

O evento contou com as intervenções de Maria João Manatos (coordenadora do Gabinete de Estudos e Análise da A3ES – Agências de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior), Carla Matias e Carla Farelo (coordenadora e Gestora da Unidade de Qualidade do ICTE – Instituto Universitário de Lisboa) e Inês Sousa (vice-presidente da Escola de Ciências da UMinho).

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Presidente da República no 30º aniversário da Escola de Direito da UMinho

Presidente da República no 30º aniversário da Escola de Direito da UMinho

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participa esta sexta-feira na cerimónia dos 30 anos da Escola de Direito da Universidade do Minho (EDUM), em Braga. O evento encerra também as comemorações do centenário do advogado e político bracarense Francisco Salgado Zenha. A sessão tem a entrada livre e pode também ser acompanhada no canal YouTube da EDUM.

As intervenções iniciais cabem ao reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, e à presidente da EDUM, Cristina Dias. Segue-se uma palestra de Artur Santos Silva, presidente honorário do BPI e curador da Fundação ?la Caixa?, com o tema ?Salgado Zenha como Homem de Estado: a sua inspiração para os desafios que enfrenta a nossa academia?. O Presidente da República intervém no final.

Após uma curta pausa, o programa transita do auditório para a biblioteca da EDUM, designada Salgado Zenha. Vai então decorrer a entrega de prémios de mérito escolar e do Prémio Almedina, bem como o fecho da exposição ?As Páginas Necessárias?, que aí esteve patente com uma seleção do acervo de Salgado Zenha, à guarda da EDUM. Esse acervo foi doado há 25 anos e engloba 20.000 documentos, desde livros de várias áreas, peças judiciais, discursos e também cartas, como de François Mitterrand, Mário Soares e José Cardoso Pires.

Lançamento de livro

O momento prevê ainda a apresentação da obra coletiva ?As Palavras Necessárias? sobre os 30 anos da Escola de Direito e do centenário de Salgado Zenha. Trata-se de dois volumes e cerca de mil páginas com testemunhos de figuras nacionais e internacionais, como o presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, e a Provedora da Justiça, Maria Lúcia Amaral, a par de diversos estudos científicos. É publicada pela UMinho Editora e tem a coordenação dos professores Mário Monte, Cristina Dias, Patrícia Jerónimo, Sónia Moreira, Carlos Abreu Amorim, Flávia Loureiro e Joana Covelo de Abreu.

À margem da sessão, às 15h00, vai ser apresentado publicamente na EDUM o Observatório Prático de Direito das Crianças, Família e Sucessões, havendo intervenções do juiz desembargador Paulo Guerra, da psicóloga Rute Agulhas, da notária Débora Torres e do professor Marco Gonçalves.

Figura da democracia

O programa do centenário de Salgado Zenha (1923-1993) tem os Altos Patrocínios da Presidência da República e da Assembleia da República e foi coorganizado com a EDUM, o Município e a Assembleia Municipal de Braga (AMB) e a Comissão Promotora da Homenagem aos Democratas de Braga. Salgado Zenha presidiu à Associação Académica de Coimbra (onde se licenciou em Direito) e notabilizou-se como advogado na defesa de presos políticos no Estado Novo. Foi cofundador do PS, ministro da Justiça e das Finanças no pós-25 de Abril (criou a Provedoria de Justiça e renegociou a Concordata com a Santa Sé), candidato à Presidência da República, vice-presidente da Assembleia do Conselho da Europa e primeiro presidente da AMB.

A Escola de Direito da UMinho foi a terceira academia pública de Direito a nascer em Portugal, após Coimbra (1290) e Lisboa (1911). Tem 1645 alunos inscritos em duas licenciaturas, onze mestrados e um doutoramento, apoiados por 35 docentes de carreira e nove técnicos. Tem apostado na diversificação do ensino pós-graduado, na crescente internacionalização, no reforço da investigação e na interação com a sociedade.

O seu Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov) é avaliado como ?Muito Bom? pela tutela e tem grupos científicos nas áreas de Direito da UE, Direitos Humanos, Estado, Empresa, Tecnologia, Globalização, Democracia e Poder, Justiça Criminal e Criminologia e Laboratório de Justiça, além de uma Escola de Investigadores. A EDUM sedia ainda entidades como o Centro de Estudos Jurídicos do Minho (edita algumas das principais revistas jurídicas do país) e desenvolve projetos com parceiros de todo o mundo. Os sites oficiais são www.direito.uminho.pt e www.jusgov.uminho.pt.

Texto: GCI

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Ética e integridade académica em discussão na UMinho

Ética e integridade académica em discussão na UMinho

Duas dezenas de oradores de todo o país participam esta sexta-feira no Fórum Ética UMinho, que tem o tema ?Ética e Integridade na Universidade? e decorre no auditório B2 do campus de Gualtar, em Braga. O evento tem entrada livre e pode ser também acompanhado no canal YouTube da UMinho. A sessão de abertura é às 14h30, com o reitor, Rui Vieira de Castro e a presidente do Conselho de Ética (CEUMinho), Cecília Leão, que promove a iniciativa.

O programa conta com intervenções iniciais dos professores Jorge Soares (Universidade de Lisboa), Lucília Nunes (Politécnico de Setúbal), Helena Freitas (Universidade de Coimbra) e da presidente do Conselho Geral da UMinho, Joana Marques Vidal. Pelas 15h45 há um debate alargado com os responsáveis, na UMinho, do Colégio Doutoral, António Vicente, dos Serviços de Documentação e Bibliotecas, Eloy Rodrigues, e da Associação Académica, Margarida Isaías.

Às 16h15 dá-se a voz às Comissões de Ética para a Investigação da UMinho e aos seus 12 anos de percurso, com depoimentos dos professores e investigadores Pedro Teixeira, Nadine Santos, Pedro Albuquerque, Célia Pais, Cecília Leão, Manuel Gama, Alexandra Miranda, Cristina Flores e Teresa Valente. O encerramento inclui o momento ?Poesia Dita?, a cargo de José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores e membro do CEUMinho.

Este fórum anual visa a reflexão sobre temas que geram preocupação crescente na comunidade académica/científica nacional e internacional, estimulando assim uma discussão que permita captar o pensamento e visão de todos os membros da academia, numa perspetiva de desenvolvimento e interiorização dos valores e princípios conducentes a uma conduta ética de integridade.

Texto: GCI

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Instituto de Educação celebrou 48 anos com os olhos postos no futuro

Instituto de Educação celebrou 48 anos com os olhos postos no futuro

O Instituto de Educação (IE) da Universidade do Minho assinalou no passado dia 11 de dezembro, o seu 48.º aniversário. A cerimónia comemorativa ficou marcada por algumas críticas e pelos desafios futuros colocados à unidade orgânica.

A sessão contou com as intervenções do reitor Rui Vieira de Castro, da presidente do IE, Beatriz Pereira, e da representante dos estudantes do IE. Assistiu-se ainda a uma mensagem em vídeo enviada pelo professor António Sampaio da Nóvoa, onde abordou o futuro da Educação.

Num balanço do que tem sido a atividade do IE, dos problemas com que se tem deparado e das oportunidades que se vislumbram, Beatriz Pereira começou por evocar a necessidade de se “tomar decisões estratégicas capazes de otimizar a relação custo-benefício e ir buscar novos públicos para a nossa oferta formativa e para a prestação de serviços à comunidade e à sociedade?.

Criticando os procedimentos de desbloqueio de verbas para projetos de investigação e de projetos institucionais, referiu que ?enfrentam dificuldades de funcionamento?, apelando a que ?é necessário que esses pagamentos sejam efetuados com a maior brevidade possível?.

A presidente do IE assumiu ser ?necessária uma reflexão séria sobre a abertura de novos cursos e, eventualmente, a não abertura de outros?, afirmando que tem de ?responder de forma equilibrada a um público maioritariamente nacional, mas não descurar a importância da internacionalização?. Internacionalização essa que potencia, ?outras iniciativas suscetíveis de valorizar o nosso corpo discente, docente e de trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão?, indicou.

Respondendo aos desafios da UMinho, o IE ofereceu um curso de especialização e diversos cursos de curta duração que tiveram, segundo a responsável do Instituto, ?boa procura?. Relativamente aos dois centros de investigação da unidade orgânica, esclareceu que, ?tem havido um diálogo efetivo e produtivo entre os dois, de forma a identificar os benefícios, oportunidades e limitações de uma possível fusão?, disse.

Para Rui Vieira de Castro, e passados quase 50 anos da criação do IE, o Instituto deve ?olhar para as circunstâncias, para os desafios e para as oportunidades, como condição para responder às expectativas que nele são depositadas pela UMinho?. Apontando como os grandes desafios de hoje para a unidade orgânica, ?o envelhecimento do corpo docente e a dificuldade da sua renovação?, desafios estes que são consequência da quebra da procura da oferta educativa do IE, por efeito do superavit de professores no nosso país; indicando ainda a dificuldade do IE em dar expressão ao seu potencial de investigação, o que segundo o Reitor da UMinho, levou a um ?desequilíbrio estrutural em resultado de desajustamentos entre aquilo que é a capacidade instalada e a procura dos seus projetos de formação?, disse.

Como forças do IE para ultrapassar as dificuldades, o responsável máximo da UMinho destacou, a sua ?experiência?, o ?capital de conhecimento acumulado?, ?um corpo de conhecimento científico riquíssimo?, ?uma rede de relações com entidades do setor socioeducativo particularmente forte?, ?alguma retoma na procura da formação de professores?, ?a existência de agendas socioeducativas ao nível dos municípios?, ?a existência de oportunidades de recuperação ao nível da formação por efeito da nossa interação com entidades dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)?. Olhando para este conjunto de oportunidades, afirmou ?impõe-se a necessidade de uma estratégia refletiva que perspetive o futuro?.

Indicando a necessidade do IE procurar novos objetos e novos projetos, através da reorganização dos seus projetos de ensino, tais como, a formação não conferente de grau, que disse, ?estará no centro da atividade formativa da própria Universidade”.

O IE disponibiliza licenciaturas, mestrados e (pós-)doutoramentos nas áreas de Estudos da Criança, Formação de Educadores e Professores, Ciências da Educação e Interfaces de Educação e Desenvolvimento Humano. Possui duas unidades de I&D reconhecidas. O ensino, a pesquisa e a interação com a sociedade têm sido pretexto para uma cooperação nacional e internacional intensa, com projetos e serviços que se estendem em particular à lusofonia.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves

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Prémio UMinho de Iniciação na Investigação Científica 2023 é entregue hoje

Prémio UMinho de Iniciação na Investigação Científica 2023 é entregue hoje

A cerimónia do Prémio UMinho de Iniciação na Investigação Científica 2023 realiza-se esta terça-feira, dia 12, das 14h00 às 18h15, nos auditórios B1, B2 e sala 1.31 (edifício 2) do campus de Gualtar, em Braga. Estudantes de licenciatura e mestrado integrado vão apresentar 27 projetos.

Vinte e sete estudantes de licenciatura e dos primeiros anos de mestrado integrado desenvolveram nos últimos meses os seus projetos científicos envolvidos em equipas de reconhecido mérito na UMinho e vão agora apresentar, à vez, os seus resultados. Prevê-se três sessões paralelas, que contam na abertura com a vice-reitora para a Educação e Mobilidade Académica, Filomena Soares.

Entre os temas a abordar estão, por exemplo, a digitalização da justiça concorrencial, as técnicas de reconhecimento facial, um sistema de entrega de drogas na terapia do cancro, a competência emocional dos universitários, os padrões na pesca do cerco, a energia de chuveiros cósmicos, o impacto das escolas industriais e novos materiais para detetores de luz.

Palestra de Graça Coelho

Às 17h30, está prevista uma palestra da diretora-geral da Cachapuz Bilanciai Group, Graça Coelho. Os vencedores da terceira edição do Prémio UMinho de Iniciação na Investigação Científica são conhecidos pelas 17h45, sendo a sessão de encerramento a cargo do vice-reitor para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira.

Esta iniciativa anual, promovida pela Reitoria em articulação com os centros de investigação, visa permitir que os estudantes do 1º ciclo da UMinho se envolvam em contextos reais de investigação, trabalhem em equipas que lidam com conhecimento novo e relevante, tenham a supervisão de cientistas reconhecidos e, ainda, aprofundem o interesse pela ciência. O prémio inclui um certificado e um valor pecuniário de 500 euros.

Texto: GCI

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UMinho promoveu a primeira edição do Global Mobility Forum

UMinho promoveu a primeira edição do Global Mobility Forum

A Universidade do Minho (UMinho) organizou no passado dia 7 de dezembro, a primeira edição do Global Mobility Forum. Sob o tema ?International Experiences from the UMinho Community” foram dadas a conhecer as experiências de mobilidade de docentes, investigadores e estudantes pelos quatro cantos do mundo.

O evento veio patentear a importância que a UMinho dá à dimensão da internacionalização ao nível da mobilidade e a forte dinâmica da academia minhota nesta área.

Com intervenções do vice-reitor para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira, da vice-reitora para a Educação e Mobilidade Académica, Filomena Soares, e da pró-reitora para os Projetos Científicos e Gestão da Investigação, Sandra Paiva, a sessão contou ainda com a partilha de experiências, na primeira pessoa, de docentes, investigadores, estudantes e técnicos da UMinho, que abordaram as suas vivências ao abrigo de programas de intercâmbio nas áreas de investigação, ensino ou gestão pela América do Norte, América Central e do Sul, em África, na Ásia e Oceânia e na Europa.

O evento serviu para reunir e mostrar a vasta experiência da UMinho a nível da mobilidade internacional e o valor que estas experiências trazem para Universidade e para a sua comunidade.

Como referiu Sandra Paiva, ?são várias as tipologias de mobilidade em diferentes âmbitos: na investigação, no ensino, na gestão, no voluntariado, bem como as diversas possibilidades e os diversos mecanismos de financiamento?.

Com uma grande tradição no incentivo à mobilidade global, a UMinho tem, segundo Filomena Soares, ?proporcionado oportunidades únicas a toda a sua comunidade, potenciando a expansão dos seus horizontes?. Experiências que refere, ?não são enriquecedoras apenas a nível individual, mas sem dúvida contribuem também para a diversidade e excelência que caracterizam a nossa Universidade?.

Segundo esta, o evento teve como objetivo, ?inspirar e motivar outros na procura de oportunidades internacionais, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e de cultura, bem como de amizades?.

Para Eugénio Campos Ferreira, a mobilidade ?faz parte do nosso ADN há muitos anos?, por isso, deixa um apelo a toda a comunidade que participe nos programas de intercâmbio, ?são experiências que são uma mais-valia para a formação de cada um, experiências enriquecedoras que importa aproveitar?, disse.

O evento contou ainda com uma mesa-redonda que debateu as perspetivas de liderança na mobilidade global. O momento juntou à conversa o Reitor, Rui Vieira de Castro, a coordenadora para o Ensino Superior da Agência Nacional Erasmus+, Carla Ruivo, o CEO do Grupo Casais, António Carlos Rodrigues, a diretora-executiva da Comissão Fulbright, Otília Macedo Reis, e o gestor de Ciência e Inovação da Embaixada do Reino Unido em Portugal, Frederico Lyra. A moderação coube à professora e eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves